Harry Potter Wiki
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"Eu realmente acho que não deviam deixar outro tipo de gente entrar, e você? Não são iguais a nós, nunca foram educados para conhecer o nosso mode de viver. Alguns nem se sequer ouviram falar de Hogwarts até receberem a carta, imagine. Acho que deviam manter a coisa entre as famílias de bruxos."
— Draco demonstra seus preconceitos com apenas onze anos de idade[fnt]

Draco Lúcio Malfoy é um bruxo sangue puro[1] britânico nascido em 5 de junho de 1980[1] e o único filho de Lúcio e Narcisa Malfoy. Sendo filho de um Comensal da Morte, o garoto foi criado para acreditar fortemente na importância da pureza de sangue. Ele frequentou a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts dentre 19911998 e foi classificado para a Casa Sonserina. Durante seus anos escolares, Draco se tornou amigo de Vicente Crabbe, Gregório Goyle, Pansy Parkinson e alguns outros Sonserinos — desenvolvendo assim, uma rápida rivalidade com Harry Potter[14].

Em seu quinto ano, ele se tornou um membro da Brigada Inquisitorial e foi nomeado monitor de sua casa. Em meio a esta mesma época, seu pai foi preso e condenado em Azkaban após os acontecimentos envolvendo a Batalha do Departamento de Mistérios. Devido a isso, Lorde Voldemort o acusa de prolongar o fracasso de Lúcio e o torna um Comensal da Morte com apenas dezesseis anos; Draco rapidamente se desiludiu do estilo de vida e começa a questionar suas escolhas.

Sendo incapaz de cumprir com a missão dada por Voldemort de assassinar Alvo Dumbledore, o garoto permite que Severo Snape a faça e continua a cumprir com outras funções da organização por medo e relutância. Durante pouco tempo antes do fim da Segunda Guerra Bruxa, Draco, juntamente de seus pais, deserta do exército do Lorde das Trevas temendo por sua vida.

Eventualmente, Draco se casou com Astória Greengrass e teve um filho chamado Escórpio.

Biografia

Início da vida (1980–1991)

Draco Malfoy nasceu em 5 de junho de 1980, sendo o único filho de Lúcio e Narcisa Malfoy (nascida Black). Ambos, vindos de famílias altamente aristocratas, acreditavam fielmente nas crenças da supremacia sangue puro. Tanto os Malfoy quanto os Black foram, tradicionalmente, classificados para a Casa Sonserina durante séculos, desaprovando assim, qualquer parente que não seguisse tal tradição, como Sirius Black[15].

A família aristocrata e supremacista de Draco

Sendo criado em uma atmosfera de pesar por Lorde Voldemort não ter conseguido assumir o controle total da comunidade bruxa, Draco fora ensinado de forma prudente que tais sentimentos não deveriam ser expressos fora do pequeno círculo de sua família e amigos próximos. Os Malfoy orgulhavam-se muito de sua pureza de sangue e status social; até 1996, a família foi capaz de preservar uma imagem pública respeitável enquanto, ao mesmo tempo, estava aliada a Lorde Voldemort. Lúcio se tornou um Comensal da Morte ainda na Primeira Guerra Bruxa — e, após o fim da mesma, escapou de sua condenação alegando estar sob a Maldição Imperius —. Já Narcisa, por outro lado, apenas concordava com a ideologia supremacista que a organização possuía.

Os Malfoy acabaram mimando seu filho, dando-o tudo de bom e de melhor no que se diz respeito aos bens materiais. As duas únicas coisas de segunda mão as quais Draco herdou foram o antigo preconceito familiar contra trouxas, nascidos trouxas, mestiços e traidores de sangue — em suma, possuía preconceito com qualquer um que não fosse um bruxo sangue puro ou qualquer outro que apoiassem tal tipo de gente — e a coleção de artefatos poderosos das trevas que recontam à história da família.

Preparo para Hogwarts

Draco, junto de seu pai e Dumbledore, durante sua visita à Hogwarts

Durante a infância, Draco se associou principalmente com sangues puros filhos de ex-Comensais da Morte, amigos de seu pai. Portanto, quando chegou em Hogwarts, o garoto já possuía um pequeno grupo de amigos, o qual incluía Teodoro Nott e Vicente Crabbe[1]. Ele mesmo visitou a escola junto do pai quando Lúcio foi inspecioná-la — ele confiou ao irmão de Jacob e a Mérula Snyde para cuidar de seu filho (uma decisão a qual não agradou a nenhum dos dois) —. Lúcio solicitou vê-los particularmente já que o irmão de Jacob fora, ostensivamente, considerado o melhor aluno do ano e Snyde era filha de dois ex-Comensais da Morte amigos de Lúcio, sendo assim, portanto, o tipo de pessoa "certa" para que Draco pudesse se associar. O menino acabou não agradando a nenhum dos estudantes, particularmente devido a suas atitudes esnobes e desdenhosas em relação a eles e suas frequentes demonstrações de preconceito.

Durante a visita, ele também roubou a varinha de seu pai, dado que ele era muito jovem para ter a sua própria, e queria fazer magia depois de ver Mérula executar o Feitiço das Pernas Bambas no irmão de Jacob. Lúcio, inicialmente, culpou seu elfo doméstico Dobby pelo roubo, já que o perpetrador sabia que ele a mantinha dentro de sua bengala, algo que não era de conhecimento geral. O irmão de Jacob acabou investigando o ocorrido e devolveu a varinha para Lúcio[16].

Quando chegou o momento de Draco frequentar a escola em 1991, seu pai, inicialmente, queria que ele frequentasse o Instituto Durmstrang (uma escola localizada no norte da Europa que admitia o uso de Magia das Trevas e não aceitava estudantes nascidos trouxas). No entanto, sua mãe, Narcisa, não gostou da ideia de mandar seu filho para longe, algo que acabou fazendo com que Draco estudasse em Hogwarts[17].

Quando foi ao Beco Diagonal comprar seu material escolar no mesmo ano, Draco conheceu Harry Potter na Madame Malkin Roupas para Todas as Ocasiões, sem saber quem ele era. Malfoy acaba fazendo um discurso bastante intolerante sobre minorias e Rúbeo Hagrid. No entanto, por outro lado, ele age de maneira bastante amigável com Harry[18].

Anos de Hogwarts (1991–1996)

Primeiro ano

"Sabe como eu acho que eles escolhem jogadores para o time da Grifinória? Escolhem as pessoas que dão pena. Vê só, o Potter, que não tem pais, depois os Weasley, que não tem dinheiro. Você também devia estar no time, Longbottom, você não tem miolos."
— Draco zomba do time de quadribol da Grifinória[fnt]

Draco é classificado para a Casa Sonserina

A bordo do Expresso de Hogwarts pela primeira vez, Draco oferece sua amizade a Harry Potter e tenta impressioná-lo, para que, eventualmente, pudesse transmitir algumas informações para seus pais em casa. No entanto, Harry nota sua semelhança com seu primo Duda e acaba não gostando das atitudes desdenhosas que o garoto expressa ao conhecer Rony Weasley[19]. Sendo assim, ele rejeita a proposta e, no mesmo instante, cria uma animosidade mútua que posteriormente duraria até o final de seus anos escolares.

Uma vez na escola, Draco é classificado para a Casa Sonserina como vários outros de sua família. Ele também, de forma rápida, desenvolve uma amizade com seus colegas de casa e permanece hostil a presença de Harry, chegando ao ponto de desafiá-lo para um duelo logo após o garoto lhe superar durante sua primeira aula de voo[20].

No entanto, sua proposta para um duelo foi, na verdade, uma tentativa de pôr Harry em problemas ao colocá-lo para fora de seu dormitório logo após o toque de recolher. A rivalidade entre a dupla aumenta com a atenção que Harry recebe derivada de sua fama e de sua prodigiosa habilidade de voar; algo que o faz ser autorizado a se juntar ao time de quadribol de sua casa e se tornar o apanhador mais jovem do século.

Draco, ao lado de Harry e Canino, durante sua detenção

Posteriormente, Draco acaba descobrindo o plano de Harry em contrabandear o dragão de estimação de Hagrid, Norberto, para fora do castelo e, em outra tentativa de colocá-lo em problemas, Draco conta a Professor McGonagall sobre o ocorrido. No entanto, o garoto também é detido por estar andando pela escola logo após o toque de recolher. Em sua detenção, Draco tem de ajudar Hagrid, Harry e Hermione, que são pegos por contrabandear o dragão, e Neville Longbottom, que é pego ao tentar avisar a dupla sobre o plano de Draco, a encontrar um unicórnio ferido. Ele acaba se ressentindo do trabalho por o considerar uma "coisa para empregados"[21]. Eventualmente, ele e Harry testemunham Voldemort, habitando o corpo de Quirino Quirrell, beber o sangue da então criatura machucada; Draco acaba fugindo e deixa Harry para trás.

Já no final do ano letivo, Draco fica, inicialmente, muito feliz com o caminho que a Sonserina estava de vencer a Taça das Casas mais uma vez. No entanto, ele fica completamente devastado ao ver que é a Grifinória que ganha a taça, uma vez que Alvo Dumbledore concede a Harry, Rony, Hermione e Neville pontos adicionais por suas corajosas ações[22].

Segundo ano

"São Potter, o amigo dos sangues ruins. Ele é outro que não tem espírito de bruxo, ou não andaria por aí com aquela Granger sangue ruim metida a besta. E tem gente que acha que ele é o herdeiro de Slytherin!"
— Draco sobre as especulações de que Harry fosse o herdeiro de Slytherin[fnt]

Draco encontra com Harry e os Weasley na Floreios e Borrões

Pouco antes de seu segundo ano escolar começar, Draco vai à Floreios e Borrões no mesmo dia em que Harry, os Weasley e os Granger vão até a livraria comprar os novos livros escolares de Gilderoy Lockhart. Após Harry receber um exemplar gratuito de todas as obras de Lockhart pessoalmente, Draco o intercepta e lhe insulta, sendo eventualmente, desafiado por Gina Weasley. Logo depois, Lúcio, seu pai, chega até a Floreios e Borrões e acaba conhecendo Harry pela primeira vez, encontrando também com Arthur Weasley, a quem ele insulta por se associar a trouxas; a discussão resulta em uma briga, que por sua vez, faz com que todos ali presentes abandonem o estabelecimento[23].

Já em Hogwarts, Draco é nomeado o novo apanhador do time de quadribol de sua casa. Seu pai, diante o acontecimento, compra novas Nimbus 2001 para o todo o time — algo que faz Hermione Granger especular que havia sido isso que o colocara na equipe. Draco a responde com raiva e a chama de "sujeitinha de sangue ruim"[24], fazendo com que todo o time de quadribol da Grifinória lhe atacasse; Rony, por sua vez, tenta o azarar, mas o feitiço acaba saindo pela culatra devido à sua varinha estar quebrada.

Draco e Harry são postos como adversários no clube de duelos

Ironicamente, Draco é a razão pela qual a Sonserina perdeu para a Grifinória no quadribol naquele ano. Tudo por que ele não sabia que o pomo de ouro estava à centímetros de sua orelha esquerda — estando ocupado demais insultando Harry Potter para notar —. Harry acaba aproveitando seu lapso de concentração e permite que a Grifinória ganhe a partida. Draco, eventualmente é repreendido por seu capitão Marcos Flint por sua estupidez.

Durante uma das reuniões do clube de duelos daquele ano, Draco duela contra Harry Potter. Ele conjura uma cobra e, eventualmente, fica abalado quando Harry frusta seu ataque ao falar com a serpente em Ofidioglossia. Isso leva muitos estudantes a suspeitarem que Harry fosse o herdeiro de Slytherin que, por sua vez, iria reabrir a Câmara Secreta e liberar um "monstro" que lá jazia. O ocorrido também deixa Draco bastante frustado por fazer todos pensarem que o "São Potter, amigo dos sangues ruins" fosse o herdeiro do fundador de sua casa, um boato o qual ele considerava completamente ridículo[25].

Draco encontra com Harry e Rony disfarçados sob a Poção Polissuco

Harry, Rony e Hermione, por suspeitarem que Draco pudesse ser o verdadeiro herdeiro — diante a sua intolerância preconceituosa com nascidos trouxas e de sua família 'completamente sangue pura' ser totalmente classificada para a Sonserina —, armam um plano para interrogá-lo. Hermione prepara um pouco de Poção Polissuco no interior do então abandonado banheiro feminino do terceiro andar para fazer com que ela, Harry e Rony, disfarçados de Emília Bulstrode, Gregório Goyle e Vicente Crabbe, respectivamente, pudessem entrar na sala comunal da Sonserina e confirmar tal argumento. Com uma parte do plano dando certo, Draco revela, de forma involuntária, que ele não era o herdeiro e que não sabia quem era. No entanto, ele os diz que a Câmara havia sido aberta há cinquenta anos atrás e que ele gostaria de ajudar o verdadeiro herdeiro.

Com o desenrolar da história, é revelado que o próprio Lúcio Malfoy havia planejado abrir a Câmara ao plantar o velho diário de Tom Riddle no caldeirão de Gina Weasley, embora seu verdeiro alvo fosse seu pai, Arthur. Não é revelado se Draco estava realmente ciente disso, já que a instrução de Lúcio para seu filho fosse "manter a cabeça baixa". O diário era na verdade uma Horcrux que, por sua vez, foi destruída dentro da Câmara quando Harry a apunhalou com um dente de Basilisco.

Terceiro ano

Draco: "Tem visto o seu amigo Hagrid, ultimamente?... Acho que ele não vai continuar professor por muito tempo. Meu pai não ficou nada satisfeito com o meu ferimento... ele apresentou queixa aos conselheiros da escola. E ao Ministério da Magia. Meu pai tem muita influência, sabe. E um ferimento permanente como este, quem sabe se o meu braço vai voltar um dia ser o mesmo?"
Harry Potter: "Então é por isso que você está fazendo toda essa encenação. Para tentar fazer Hagrid ser despedido."
Draco: "Bom, em parte, Potter. Mas tem outros benefícios, também"
— Harry e Draco discutem sobre a lesão do último em meio a uma aula de Poções[src]

Draco inicia seu terceiro ano escolar zombando da reação de Harry perante aos Dementadores, os quais estavam alojados próximos à Hogwarts devido a fuga de Sirius Black em Azkaban. O garoto também insinua os crimes de Black com relação a Harry e a seus falecidos pais, dizendo que se alguém tivesse traído e matado seus pais — como se acreditava que Sirius havia feito — ele procuraria vingança.

Hermione ameaça Draco antes de socá-lo

Em meio a uma partida de quadribol entre Grifinória e Corvinal, Draco, junto de Vicente Crabbe, Gregório Goyle e Marcos Flint, tenta sabotar o desempenho de Harry ao se passar por um Dementador. Apoiado nos ombros de Goyle, Malfoy acabou sendo derrubado pelo primeiro feitiço do Patrono automático de Harry, ficando claramente inconsciente devido ao efeito que as criaturas tinham sobre o garoto. A falha tentativa de frustar o desempenho de Harry acabou custando 50 pontos à Casa Sonserina[26].

Durante uma aula de Trato das Criaturas Mágicas, Draco, "involuntariamente", provocou o Hipogrifo Bicuço e acabou sendo ferido[27]. Embora não tenha sido uma lesão grave, Malfoy exagerou no ocorrido no intuito de chamar atenção e causar a demissão de Rúbeo Hagrid. Quando admitiu o fato e zombou do ocorrido, Hermione Granger lhe estapeou. Eventualmente, seu pai, Lúcio, tentou fazer de tudo para que a criatura fosse executada e, embora tenha obtido sucesso com a sentença, Bicuço foi salvo pelos esforços de Harry e Hermione com a ajuda de um vira-tempo.

Quarto ano

"Granger, eles estão caçando trouxas. Você vai querer mostrar suas calcinhas no ar? Porque, se quiser, fique por aqui mesmo... eles estão vindo nessa direção, e todos vamos dar boas gargalhadas."
— Draco intimida o trio durante a rebelião na Copa Mundial de Quadribol[fnt]

Draco, acompanhado de seu pai, na Copa Mundial de Quadribol

Em 1994, Draco comparece à 422ª Copa Mundial de Quadribol acompanhado de seus pais. A família, devido a uma grande doação de Lúcio, se senta ao lado do Ministro da Magia Cornélio Fudge como convidados em um camarote privado. O garoto, sentado diretamente atrás dos Weasley e do trio, zomba de Harry, Rony e Hermione quando um grande grupo de Comensais da Morte começa a aterrorizar os campistas após a partida. Quando Draco diz que eles estavam caçando trouxas e sugere que Hermione seria um possível alvo, Harry lhe pergunta se seus pais, Lúcio e Narcisa, estavam participando do tumulto; algo que ele o responde com "se eles estivessem, eu não iria dizer a você"[28].

De volta à escola, Draco descobre que Hogwarts sediaria o Torneio Tribruxo e, para seu desespero e ciúme, Harry é escolhido como o quarto campeão apesar de ser muito jovem para competir. Durante grande parte do evento, Draco apoiou Cedrico Diggory, distribuindo vários distintivos com o slogan "Potter Fede" e afirmando que Harry não duraria mais do que alguns minutos na competição.

Draco é transformado em uma doninha por Bartô Crouch Jr.

Em meio aos inúmeros atritos que Harry e Draco tiveram ao longo do ano, quando Malfoy tentou azará-lo por trás das costas, o então professor de Defesa Contra as Artes das Trevas Bartô Crouch Jr. (disfarçado de Alastor Moody sob efeito da Poção Polissuco) o transformou em uma doninha e o debateu por todo o saguão de entrada. No entanto, embora a Professora McGonagall tenha detido o professor, Draco ficou muito envergonhado, fazendo com que vários estudantes se divertissem com o ocorrido; Rony o apelidou de "fantástica doninha quicante"[4], inúmeros alunos também passaram a lhe provocar dizendo-o que o Professor Moody estava atrás dele e até mesmo Hagrid afirmou que Draco daria uma ótima doninha. Posteriormente, Draco compareceu ao Baile de Inverno acompanhado de Pansy Parkinson.

Draco durante o memorial de Cedrico Diggroy

Malfoy também foi o informante e o ímpeto por trás dos vários artigos caluniosos e sensacionalistas que Rita Skeeter escreveu sobre Harry, Hagrid e Hermione para o Profeta Diário; esse ataque à credibilidade de Harry o prepararia, eventualmente, para o cenário de descrença generalizada sobre suas afirmações perante ao retorno de Lorde Voldemort no final daquele mesmo ano. Um dos artigos que Draco fizera parte foi intitulado de A Mágoa Secreta de Harry Potter[29].

Já no final do ano letivo, Draco zombou da escolha de Harry em se opor a Voldemort e também ridicularizou a morte de Cedrico Diggory. Antes que pudesse terminar tais ofensas, no entanto, Malfoy foi atingido por várias azarações lançadas por Harry, Rony, Hermione, Fred e Jorge Weasley.

Quinto ano

"Brigada Inquisitorial, Granger. Um grupo seleto de estudantes que apoia o Ministério da Magia, escolhidos a dedo pela Profª Umbridge. Em todo o caso, os membros da Brigada Inquisitorial têm o poder de tirar pontos... então, Granger, vou tirar de você cinco por ter sido grosseira com a nossa nova diretora. Do Macmillan, cinco por me contradizer. E cinco porque não gosto de você, Potter. Weasley, a sua camisa está para fora, por isso vou ter de tirar mais cinco. Ah, é, me esqueci, e você é uma Sangue ruim, Granger, então menos dez por isso."
— Draco se torna membro da Brigada Inquisitorial[fnt]

Em seu quinto ano, ao lado de Pansy Parkinson, Draco é nomeado monitor da Sonserina. Ele, obviamente, acaba zombando de Harry Potter por ele não ter recebido a mesma honraria, dado que Hermione Granger e Ronald Weasley haviam sido escolhidos como monitores da Grifinória. Malfoy também escreve uma canção humilhante denominada Weasley é o Nosso Rei no intuito de satirizar e ofender as habilidades de Rony como goleiro no quadribol. Foi a criação de tal música, juntamente com os insultos proferidos a Arthur e Molly Weasley e Lílian Potter, que levou Harry e Jorge Weasley a espancarem Draco[30]. A agressão resultou na proibição de ambos (ao lado de Fred Weasley) para sempre do quadribol — embora tal ordem tenha sida revogada após a saída de Dolores Umbridge da escola.

Draco, ao lado de outros Sonserinos, se junta à Brigada Inquisitorial

Posteriormente, Draco se junta à Brigada Inquisitorial e claramente gosta dos poderes que lhe são concedidos, tal qual, ele passa a usá-los de forma desvantajosa sobre outros estudantes, especialmente em Harry e seus amigos. Em certo momento, ele encontra Harry saindo de sua última reunião da Armada de Dumbledore e recebe cinquenta pontos por delatar o ocorrido a Umbridge. Draco também estava entre os membros da organização que detiveram Harry e seus amigos enquanto tentavam descobrir o então paradeiro de Sirius Black. No momento em que Umbridge tenta cumprir sua ameaça de utilizar a Maldição Cruciatus para fazer Harry contar o que estava planejando e Hermione a interrompe dizendo sobre uma "arma" que Dumbledore estava escondendo, Draco assume uma expressão de "ansiedade e cobiça" no intuito de acompanhá-los até o local da então "arma". No entanto, Umbridge o proíbe, juntamente com os demais membros da Brigada, e saí junto da dupla[31].

A Brigada detém alguns membros da AD no escritório de Umbridge

Com a saída da Alta Inquisidora, os membros restantes da Armada de Dumbledore executam uma série de Feitiços Estuporantes e Feitiços de Desarmamento no intuito de escapar do escritório; Draco acaba sendo atingido com a excelente Azaração para Rebater Bicho-Papão de Gina Weasley[31]. Eventualmente, é revelado que Hermione havia mentido sobre a tal arma e que Umbridge havia sido levada por um rebanho de Centauros; sendo assim, todos os seis membros da AD voam até Londres, mas precisamente até o Ministério da Magia, e participam da batalha que se segue.

Durante a batalha, seu pai, Lúcio Malfoy, se apresenta um Comensal da Morte e é preso em Azkaban por seus crimes. Draco fica notavelmente abalado e culpa Harry pelo ocorrido; levando a uma tentativa de atacá-lo no final do ano letivo com a ajuda de Vicente Crabbe e Gregório Goyle[32]. No entanto, outros membros da AD saem em defesa de Harry e disparam uma série de feitiços e azarações ao mesmo tempo, fazendo com que o trio acaba se aparente com "três lesmas gigantescas apertadas em uniformes de Hogwarts"[33].

Sexto ano

Narcisa Malfoy: "Estou vendo que o fato de ser o favorito de Dumbledore lhe deu uma falsa sensação de segurança, Harry. Mas Dumbledore não estará sempre aqui para protegê-lo."
Harry Potter: "Uau... quem diria... ele não está aqui agora! Então, por que não experimentar? Talvez lhe arranjem uma cela de casal em Azkaban para fazer companhia ao perdedor do seu marido!"
Draco: "Não se atreva a falar com a minha mãe assim, Potter!"
Narcisa Malfoy: "Tudo bem, Draco. Prevejo que Potter irá se reunir ao querido Sirius antes de eu me reunir ao Lúcio."
— Draco e sua mãe se encontram com Harry Potter na Madame Malkin[src]

Durante 1996, Draco, no lugar de seu pai, se junta aos Comensais da Morte. No entanto, apesar de se vangloriar constantemente sobre seu "feito", Draco, pelo decorrer do ano, passa a temer ainda mais a tarefa, aparentemente impossível, de assassinar Alvo Dumbledore. Fica implícito que a missão, dada pelo próprio Lorde Voldemort, é passada com o intuito de punir Lúcio por seu péssimo desempenho em meio à Batalha do Departamento de Mistérios. Além do medo e da pressão constante, o garoto também passa a carregar a segurança de sua família nas costas, dado que o bem-estar dos Malfoy dependia de seu sucesso para com a missão[34].

Draco em frente à Borgin e Burkes, preparando-se para conversar com o Sr. Borgin

Com a tarefa dada, Draco arma um plano envolvendo um velho Armário Sumidouro que residia em Hogwarts a fim de colocar alguns Comensais da Morte para dentro do castelo no intuito de ajudá-lo com sua missão de assassinar Dumbledore. Em seu ano letivo anterior, Malfoy fica sabendo que seu colega de casa, Graham Montague[35], havia sido forçado a entrar dentro desse armário pelos gêmeos Weasley e, como um último recurso para sair de dentro do móvel, Montague conseguiu aparatar para um lugar semelhante a um limbo, podendo ouvir alguns barulhos exteriores que, possivelmente, eram realizados tanto em Hogwarts quanto na Borgin e Burkes[36].

Em meio as férias de verão, Draco discute a possibilidade de haver um par do armário dentro da antiga e obscura loja de artefatos malignos com o Sr. Borgin, o dono do estabelecimento. O garoto chega a conclusão que, se o móvel quebrado fosse consertado, os armários poderiam funcionar como um tipo de passagem secreta para Hogwarts. Sendo assim, Malfoy ordena a Borgin para que mantivesse o armário de sua loja em segurança durante seu reparo com o armário da escola, revelando sua marca negra como prova de sua lealdade a Voldemort e mandando Fenrir Greyback ameaçar o comerciante[37]. A reunião acaba sendo ouvida brevemente por Harry, Rony e Hermione. No entanto, enquanto Harry começa a suspeitar das atividades de Draco, Rony e Hermione descartam tais possibilidades, afirmando que Malfoy estava apenas blefando.

Já a caminho da escola, a bordo do Expresso de Hogwarts, Draco delata sua missão para seus colegas Sonserinos e, inconsequentemente, deixa que Harry escute parte da conversa. Posteriormente, ele ameça Potter, azarando-o com o Feitiço do Corpo Preso e, como vinganças pelas alegações de Harry sobre seu pai ser um Comensal da Morte, Draco pisa em seu rosto, quebrando seu nariz[38].

Draco encontra o outro par do Armário Sumidouro dentro da Sala Precisa

Ao longo do ano, focado em consertar o Armário Sumidouro, Draco passa por várias mudanças visíveis em sua vida. Ele aparenta perder seu interesse em quadribol e permite — possivelmente pagando — que um colega de casa assumisse seu posto de apanhador no time da Sonserina[39]. Ele também se torna negligente em relação a seus deveres escolares, faltando a duas aulas de Transfiguração e deixando de cumprir com suas obrigações de monitor, as quais ele normalmente abusava como no ano letivo anterior. Outra evidente mudança, é que Draco para de confiar em Snape, estando disposto a difamá-lo e a tratá-lo de forma desrespeitosa. Socialmente, Malfoy, com uso da Poção Polissuco, força Crabbe e Goyle a assumirem formas de outras pessoas para ajudá-lo com seu empenho na Sala Precisa e, ao mesmo tempo que recusava a dizer o motivo[40], ele passa a se distanciar ainda mais da dupla. Surpreendentemente, o garoto também começa a passar seu tempo zombando cada vez menos de Harry e seus amigos, apesar de haver inúmeras possibilidades. Sua aparência física também começa a evidenciar seu estresse, como sua pele ficando ainda mais pálida, sua perda de preso e o aumento constante de olheiras.

Harry utiliza a Maldição Sectumsempra em Draco

Duas vezes ao longo do ano, temendo que não fosse capaz de consertar o armário, Draco recorreu a tentativas desesperadoras de assassinato, como tentar dar um colar amaldiçoado[41] e uma garrafa de hidromel envenenada a Dumbledore[42]; ambas as tentativas falhas resultaram no ferimento de duas pessoas inocentes. Com o passar do tempo, seu estresse passa a lhe afetar adversamente, fazendo com que ele até mesmo confessasse seus temeres a Murta Warren, uma fantasma residente na escola. Em uma dessas ocasiões, Harry encontra com Draco e a dupla acaba travando um tremendo duelo. Duelo esse que resulta no ferimento de Draco devido ao uso indevido de Harry para com a Maldição Sectumsempra[43].

Posteriormente, dado a seu grande esforço, Draco consegue reparar o Armário Sumidouro e o usa para deixar pelo menos seis Comensais da Morte entrarem no castelo: Corban Yaxley, Aleto e Amico Carrow, Gibbon, Thorfinn Rowle e o vicioso lobisomem Fenrir Greyback. Prosseguindo para o topo da Torre de Astronomia, Draco é capacitado de encurralar e desarmar Dumbledore, que, em contrapartida, estava significativamente fraco.

Draco, sentimentalmente abalado, encurrala Dumbledore

Entretanto, quando tem finalmente a oportunidade de assassiná-lo, Draco é posto em conflito interno devido a disposição de Dumbledore em proteger sua família, dizendo-lhe para que eles "viessem para o lado certo"[44]. Resumidamente, Malfoy não é capaz de cometer o assassinato, dado que, durante o tempo em que a dupla passa conversando sozinha, Dumbledore conclui que o garoto era incapaz de matá-lo[45]. Conforme o previsto, Draco no final das contas é incapacitado de realizar tal tarefa e, ao invés disso, acaba abaixando sua varinha. Snape, que havia feito um Voto Perpétuo com Narcisa Malfoy caso Draco viesse a falhar, usa uma Maldição da Morte contra o diretor; Snape prontamente leva Draco para fora dos terrenos escolares, provavelmente para um lugar seguro[46].

Entretanto, quando Draco desarma Dumbledore, ele, sem saber, acaba ganhando a lealdade da Varinha das Varinhas, uma das três Relíquias da Morte.

Após a Batalha da Torre de Astronomia, Draco não retorna mais a Hogwarts, dado que ele havia sido cúmplice, embora relutante, do assassinato de Alvo Dumbledore — principalmente por ter deixado Comensais da Morte entrarem no castelo —. O status real do crime é colocado sobre ele e, junto do medo da ira do Lorde das Trevas, Draco é levado a buscar um refúgio, acompanhado de seu família, em Voldemort, na esperança de cumprir suas ordens e evitar destaques ainda mais negativos.

Sua saída abrupta de Hogwarts deixa Vicente Crabbe e Gregório Goyle surpreendentemente solitários[47].

Sétimo ano

Conflito na Mansão Malfoy
"Não tenho... não tenho muita certeza."
— Draco se recusa a confirmar a identidade de Harry Potter na Mansão Malfoy[fnt]

Em meio ao verão de 1997, Draco, de forma relutante, acaba se tornando um membro ainda mais íntegro dos Comensais da Morte, como tal, o garoto participa de várias missões da organização. Devido a sua contribuição para com o assassinato de Alvo Dumbledore, Voldemort liberta seu pai, Lúcio, de Azkaban. Eventualmente, Draco presencia a morte de Caridade Burbage e tortura Thorfinn Rowle à mando do Lorde das Trevas. Julgando pelos comentários posteriores feitos por Vicente Crabbe, em meio a esse tempo, a família Malfoy aparentemente perde muito de sua influência entre os círculos sociais dos Comensais da Morte, dado que, em grande parte, Lorde Voldemort parou de favorecer Lúcio e começou a dar preferência para Belatriz Lestrange e Severo Snape, colocando-os, respectivamente, em seu pódio de favoritos.

Draco é chamado por seus pais para confirmar a identidade de Harry Potter

Draco cursa seu sétimo ano letivo em Hogwarts e, durante o feriado de Páscoa, é visto em sua casa na Mansão Malfoy. O garoto então é chamado por seus pais para confirmar as identidades de Harry, Rony e Hermione — o trio que até o momento havia sido capturado por um grupo de Sequestradores liderados por Fenrir Greyback — mas, no entanto, demonstra grande hesitação em realizá-lo. Eventualmente, quando Hermione, sob a Maldição Cruciatus, mente para Belatriz sobre a paradeiro da espada de Godrico Gryffindor, Draco é enviado ao porão para buscar o duende Grampo e obter a confirmação da história contada pela jovem. Posteriormente, quando um conflito se segue, Draco tem sua varinha pega por Harry e toda a família Malfoy é detida na Mansão pelo próprio Lorde das Trevas.

Batalha de Hogwarts
Draco: "PARE! O Lorde das Trevas quer ele vivo..."
Vicente Crabbe: "Então? Eu não estou matando ele, estou? Mas, se eu puder, é o que farei, o Lorde das Trevas quer ele morto mesmo, qual é a dif...? [...] É aquela sangue-ruim! Avada Kedavra!"
Draco: "Não o mate! NÃO O MATE!"
— Draco tenta controlar seu comparsa Crabbe dentro da Sala Precisa[fnt]

Uma vez na escola e antes do início da Batalha de Hogwarts, Draco, junto de Crabbe e Goyle, escolhe permanecer no castelo, enquanto outros estudantes evacuavam Hogwarts, a fim de entregar Harry Potter pessoalmente a Lorde Voldemort. Dadas as observações anteriores feitas por Lúcio aludindo ao "perdão", é provável que Draco estava tentando realizar tal tarefa no intuito de redimir a falha de sua família aos olhos do Lorde das Trevas.

Draco, acompanhado de Gregório Goyle e Blásio Zabini [nos filmes], tenta adentrar a Sala Precisa para encurralar Harry

Eventualmente, ele, acompanhado de Crabbe e Goyle, segue o trio até a Sala Precisa, e lá, Draco tenta capturar Harry e recuperar o item o qual o garoto estava tentando localizar. No entanto, Draco acaba não conseguindo exercer o mesmo grau de controle em seus amigos que conseguia anteriormente, o que faz com que Crabbe — em sua tentativa insaciável de assassinar Harry — conjure a Maldição Fogomadito e cause a destruição total de todo o ambiente; Draco, junto de Goyle, é salvo por Harry, Rony e Hermione, enquanto Crabbe, entretanto, é morto durante o incêndio.

Em um momento posterior, o trio avista Draco novamente em meio a batalha; Malfoy implorava a um Comensal da Morte de que estava ao seu lado da luta. Harry estupora o Comensal enquanto Rony soca Draco, o chamando de "filho da mãe de duas caras", já que aquela havia sido a segunda vez em que os três salvavam a vida do garoto naquela mesma noite[48].

A família Malfoy durante a segunda metade da batalha

Após a derrota de Voldemort, Draco foi visto ao lado de seus pais sentado no Salão Principal. A família foi descrita como "se não soubesse se devia ou não estar nas celebrações de vitória"[49].

Embora não soubesse disso, no momento em que desarmou Dumbledore antes de sua morte, Draco foi capaz de dominar a Varinha das Varinhas — algo que resultou na derrota final de Lorde Voldemort pelas mãos de Harry Potter —. Isso se deve ao fato de que o Lorde das Trevas não foi capaz de compreender completamente a real lealdade do objeto ancestral e que, no momento em que desarmou Draco, Harry foi capaz de dominar completamente a Varinha das Varinhas.

Vida posterior (1998–2020)

"Eu gosto de pensar que Draco se tornou uma versão modificada de seu pai; rico de forma independente, sem a necessidade de trabalhar, Draco habita a Mansão Malfoy com sua esposa e filho. Vejo em seus hobbies mais uma confirmação de sua 'dupla natureza'. Sua coleção de artefatos das trevas retrata à história de sua família, embora ele os mantenha em caixas de vidro e não os use. No entanto, seu estranho interesse por manuscritos alquímicos, dos quais ele nunca tentou utilizar para fazer uma Pedra Filosofal, sugere um desejo incomum para algo além da riqueza, talvez até mesmo o desejo de se tornar um homem melhor. Tenho grandes esperanças de que ele criou Escórpio para ser um Malfoy muito mais gentil e tolerante do que ele próprio foi em sua juventude."
J. K. Rowling sobre a vida futura de Draco[fnt]

Draco sobreviveu ao cerco de Voldemort a Hogwarts tudo porque Harry e Rony salvaram sua vida. Após a batalha, seu pai, Lúcio, escapou da prisão à Azkaban porque forneceu evidências crucias contra outros Comensais da Morte, garantindo assim, a captura de vários seguidores de Lorde Voldemort que haviam se escondido ou até mesmo, desaparecido.

Os eventos finais de sua adolescência o mudaram para sempre. Draco possuía crenças em assuntos os quais ele cresceu sendo desafiado de uma maneira totalmente assustadora: experimentou terror e desespero, viu seus pais sofrerem perante a sua lealdade e testemunhou o desmoronamento de tudo em que sua família acreditava. Pessoas as quais Draco foi criado, ou então aprendeu a odiar, como Dumbledore, ofereceram-lhe ajuda e gentileza, assim como Harry Potter o salvou da morte em meio a Batalha de Hogwarts. Após os eventos finais da Segunda Guerra Bruxa, Draco se recusou a seguir a mesma e velha tradição de sangue puro que sua família prezava.

Draco e Astória acompanham Escórpio até a Plataforma Nove e Meia em 2017

Ele, eventualmente, se casou com Astória Greengrass, a irmã mais nova de sua colega de Casa Dafne Greengrass. Astória, que havia passado por uma redenção semelhante — embora menos violenta e assustadora — de ideais sangue puros para uma visão mais tolerante do mundo mágico, foi considerada uma decepção como nora para Lúcio e Narcisa Malfoy. Eles tinham grandes esperanças na garota cuja a família fazia parte dos 'Sagrados Vinte e Oito', mas assim como o esposo, Astória se recusou a criar seu único filho, Escórpio, com as crenças de que trouxas eram, na verdade, uma escória para os bruxos, portanto, todas as reuniões familiares eram frequentemente carregadas de tensão[50].

Posteriormente, em 1 de setembro de 2017, Draco e Astória acompanharam Escórpio até a Estação de King's Cross para embarcá-lo em seu primeiro ano letivo em Hogwarts. Na estação, Draco cumprimentou Harry, Rony, Hermione e Gina com um breve aceno de cabeça[51].

Já em 2020, Draco também se juntou a seus 'ex-inimigos' para voltar no tempo e acabar com os planos de Delphini Riddle em reviver Lorde Voldemort.

Aparência física

"Um adolescente pálido, de rosto pontudo e cabelos louro-brancos apareceu por trás da arara usando um belo conjunto de vestes verde-escuras, em que cintilavam alfinetes na barra da saia e das mangas."
— Descrição da aparência física de Draco[fnt]

Draco aos 13 anos

Draco era um garoto esguio que possuía cabelos louro-brancos[6], olhos frios e cinzentos[7][8], pele pálida e feições bastante definidas e pontudas[9]. Ele foi descrito como tendo uma boa aparência arrogante. Já na idade adulta, a linha capilar de Draco parecia estar diminuindo, fazendo com que suas feições aparentassem estar ainda mais pontudas[51]. Em seu primeiro e segundo ano, ele possuía um cabelo louro firmemente penteado para trás, sendo também, comumente, comparado ao pai no quesito de aparência física. Posteriormente, quando se juntou aos Comensais da Morte, Draco teve a Marca Negra queimada em seu antebraço esquerda. Desde a queda e morte de Lorde Voldemort, a Marca se tornou uma mera cicatriz.

Em seus primeiros cinco anos escolares, Draco mantinha uma aparência relativamente saudável. No entanto, a partir de seu sexto ano, quando o peso de sua missão passou a ficar ainda mais intenso, Draco perdeu seu semblante presunçoso, ficando também bastante magro, com sombras escuras sob os olhos e um tom acinzentado na pele.

Personalidade e traços

"Você escolheu o lado perdedor, Potter! Eu lhe avisei! Eu lhe disse que devia escolher com quem anda com mais cuidado, lembra? Quando nos encontramos no trem, no primeiro dia de Hogwarts? Eu lhe disse para não andar com ralé desse tipo! Tarde demais agora, Potter! Eles serão os primeiros a ir, agora que o Lorde das Trevas voltou! Sangues ruins e amantes de trouxas primeiro! Bom, em segundo lugar, Diggory foi o pr..."
— Draco provoca Harry Potter após o Retorno de Lorde Voldemort em 1995[fnt]

O comportamento arrogante de Draco

Draco foi, em geral, um valentão arrogante e rancoroso durante grande parte de sua educação em Hogwarts. Assim como Duda Dursley, sua natureza excessivamente narcisista foi derivada dos mimos que recebera de seus pais na infância, embora de acordo com o próprio Harry, Draco fosse ainda menos simpático do que o primo. Malfoy dizia-se superior à maioria das pessoas devido a linhagem inteiramente pura de sua família, bem como sua grande riqueza e posição social. Ele frequentemente portava-se de maneira cruel com nascidos trouxas, traidores de sangue, estudantes da Casa Grifinória e qualquer outro que fosse partidário de Harry Potter ou Alvo Dumbledore. Em meio grande parte de sua juventude, o garoto se igualou ao pai, Lúcio Malfoy, de forma fanática, gabando-se de sua influência e riqueza.

Draco era extremamente inteligente, astuto e perspicaz, sendo capacitado também de deduzir coisas facilmente e traçar planos brilhantes baseados em uma pequena quantidade de informações; ele descobriu através de uma experiência contada por Montague que os Armários Sumidoros de Hogwarts e da Borgin e Burkes estavam interligados, traçando assim, um meio de então, poder usar a tal passagem em seu benefício. No entanto, seus planos poderiam ter certas limitações quando relacionados a sua própria arrogância em lidar com outras pessoas; quando tentou sabotar Harry Potter durante uma partida de quadribol, Draco teve seu plano fraudado devido à sua não conclusão de que os dementadores poderiam possuir um forte efeito em Harry. Malfoy também era adepto em guardar suas emoções para si, sendo evidenciado por sua grande capacidade na área da Oclumência.

Draco começa a ceder a enorme pressão de sua missão

Porém, algo começou a mudar em sua mente quando, durante seu sexto ano letivo em Hogwarts, Draco se tornou um Comensal da Morte e teve como principal tarefa assassinar Alvo Dumbledore. O garoto, depois de uma série de tentativas inúteis de cumprir a tarefa, começou a ceder sob a enorme pressão que Lorde Voldemort vinha colocando sobre ele. Draco não tinha a certeza que seria capaz de realizar a missão, e por isso estava com medo de que ele e sua família pagassem o preço por seu fracasso; seu estresse o levou a imprudência, dado que suas duas tentativas haviam sido consideradas tolas por Severo Snape, e ele então, tentou amaldiçoar Harry Potter com uma Maldição Cruciatus.

Pelo decorrer do ano, a missão passada a Draco também o levou a negligenciar vários outros aspectos de sua vida escolar os quais ele anteriormente teria abusado ou desfrutado; ele rejeitou todos os seus deveres como monitor que antes teria abusado de bom grado; fingiu estar doente e pagou a outro estudante para substituí-lo durante uma partida de quadribol — ao contrário de três anos antes, quando ele assegurou que todas as partidas fossem adiadas até que sua lesão melhorasse; perdeu e não realizou dois deveres de casa de Transfiguração; se distanciou até mesmo de seus dois melhores amigos, Crabbe e Goyle, e os ordenou para que ficassem de guarda em frente a Sala Precisa sem lhes dizer nada; e ele também passou menos tempo zombando de Harry Potter e seus amigos, apesar das muitas oportunidades. No final das contas, Malfoy foi incapaz de assassinar Dumbledore.

Ao restante da Segunda Guerra Bruxa, Draco passou a ficar ainda mais desiludido com o estilo de vida dos Comensais da Morte. Ele relutantemente participou das atividades da organização e, no final da guerra, ainda permaneceu em cima do muro. Quando Harry, Rony e Hermione foram capturados por Sequestradores e levados até sua casa, Draco demonstrou grande hesitação em identificá-los na frente de Comensais da Morte. Além disso, em meio a Batalha de Hogwarts, o garoto mostrou uma preocupação genuína por Crabbe e Goyle — algo que raramente fazia.

Dado ao seu arrependimento por ter se tornando um Comensal da Morte e aos atos vis que eventualmente teve de realizar, quando se tornou adulto, Draco passou a ser um homem visivelmente mudado; abandonou qualquer tipo de preconceito que possuía em sua idade adolescente e se recusou a criar seu único filho com a velha e antiquada tradição sangue puro de sua família, já que ele próprio havia percebido o que tinha acontecido com sua família por conta disso. Por causas semelhantes, Draco se apaixonou profundamente por Astória Greengrass, apesar de a jovem não possuir a aprovação de seus pais por não atingir as expectativas que a família esperava de alguém que fazia parte dos Sagrados Vinte e Oito. Como esposo, Draco era muito amoroso e dedicado, estando totalmente disposto em abandonar a linhagem sucessora dos Malfoy para proteger a esposa de uma terrível maldição de sangue — já que o nascimento de uma criança colocava em risco toda a saúde e o bem-estar de Astória —. No entanto, apesar da antipatia de Lúcio, Draco acabou cedendo, pois Astória gostaria de deixar um filho para ele e não para crenças familiares. Sua sabedoria foi evidenciada pelo fato de que, embora estivesse tentado em usar o velho vira tempo de sua família para ver sua esposa por mais uma vez antes de sua morte, Draco abandonou o seu desejo e escolheu não arriscar colocar em risco toda a realidade que vivia, demonstrando o quão estava apaixonado por ela pois, embora estivesse com o poder de alterar o tempo para estar ao seu lado, ele foi capaz de, mesmo que por pouco, resistir a tal tentação avassaladora.

Um Draco adulto ao lado de seu único filho Escórpio

Embora o nascimento de Escórpio tenha causado a morte de Astória, o amor de Draco por seu filho era evidentemente grande, considerando também, o dia em que seu filho nasceu o melhor dia de sua vida. Tendo em vista o quanto seus pais o mimaram e que isso o levou a ser um jovem tão desprezível em sua juventude, Draco se esforçou ao máximo para criar seu filho como uma pessoa melhor. Ele não deixou que suas intrigas com Harry, Rony e Hermione atrapassem o vínculo que Escórpio tinha com Alvo Potter, apoiando totalmente a amizade dos dois; ele até a protestou contra Harry Potter após o último apoiar o afastamento da dupla, demonstrando o quanto ele valorizava a amizade de Alvo e Escórpio.

Seu relacionamento pessoal com seus "rivais de longa data" também passou de antagônico para tolerante; estando totalmente disposto para se juntar a Harry, Rony e Hermione para poder salvar Alvo e Scorpius e trabalhar efetivamente ao lado do trio para enfim derrotar Delphini Riddle que, apesar de ser uma parente de sangue — filha de sua tia Belatriz com seu "ex-mestre" Lorde Voldemort — Draco a tratava como se a garota fosse uma representação repugnante de seu passado como Comensal. Também em meio a tais acontecimentos, Draco passou a referir-se a Voldemort pelo seu próprio nome ao invés de "Lorde das Trevas" como fazia anteriormente em sua juventude, demonstrando sua autorredenção. Ele também passou a confiar na sorte e nos instintos de Harry e Hermione; obedecendo às ordens da Ministra da Magia sem hesitação e expressando seu impressionamento diante a seus ilustres comandos de batalha.

Capacidades e Habilidades Mágicas

"Ele não mentira, sabia voar bem."
— Harry admite o talento de Draco em voar[fnt]

Draco era um bruxo talentoso desde jovem, possuindo várias habilidades mágicas impressionantes. Sua varinha era feita de pilriteiro, uma madeira que acreditam só se colocar nas mãos de um bruxo cujo o talento é comprovado. Seguindo o treinamento de sua tia Belatriz Lestrange, Draco cresceu e se tornou um bruxo poderoso para sua idade.

  • Amor: Embora esta não seja uma habilidade proeminente de Draco, deve-se notar que ele era um dos poucos Comensais da Morte cuja era capaz de amar genuinamente. Ele se preocupava profundamente com os pais a ponto de protegê-los e defendê-los quando necessário. Essa capacidade foi demonstrada mais tarde, dando-lhe força para abandonar seu antigo preconceito contra sangues não-puros depois de presenciar o quanto de dano e devastação isso causou para sua família. Ficando mais evidente quando Draco resolveu educar seu filho longe de preceitos impostos por puro-sangues para o tornar uma pessoa melhor do que ele próprio e quando manteve uma relação mais civilizada com seus "inimigos" de escola a ponto de confiar em seus instintos para procurarem Alvo e Escórpio. Ele até alegou que teria voluntariamente terminado a linhagem dos Malfoy consigo mesmo se isso significasse proteger sua esposa. Mesmo não gostando do Professor Dumbledore na época, Draco estava extremamente relutante de matá-lo, apesar de ter sido mandado por Lorde Voldemort para manter a segurança de sua família

    Draco participando de uma aula de po ções em seu sexto ano

  • Oclumência: Durante seu sexto ano escolar, sua tia Belatriz o ensinou a arte da Oclumência no intuito de prepará-lo para sua missão. Como Draco já havia abandonado sua compaixão de ser um valentão, isso se tornou muito mais fácil para ele fechar e concentrar sua mente e se desassociar de suas emoções. Ele tinha habilidades suficientes para bloquear as tentativas de Severo Snape (um poderoso Legimens) de ler sua mente.
  • Poções: Draco era proficiente nesta área da magia. Isso pode ser considerado devido ao favorecimento de Snape com ele, podendo ajudá-lo em suas aulas. Draco foi capaz de passar em seu exame NOM da matéria com a nota pelo menos "Excede Expectativas" ou provavelmente "Ótimo", já que aparentemente ele não esqueceu seu livro e ingredientes durante a primeira aula do Professor Slughorn no ano escolar seguinte. Quando Horácio estava ensinado a matéria, Draco aparentou ter perdido o controle. Ele estava coberto por "algo como um gato doente" durante o preparo de uma composição de antídotos mistos e produzindo uma solução dos soluços apenas "passável". É evidente que isso pode ter sido causado ao imenso estresse e ansiedade que Draco esteve sentindo ao longo daquele ano.
  • Defesa Contra as Artes das Trevas: Ele avançou para a classe de nível NIEM, o que significa que ele alcançou uma nota entre "Excede Expectativas" ou "Ótimo" em seu NOM. Draco mostrou habilidades em se defender proficientemente contra magia negra.
  • Magia Não Verbal: Dominou feitiços não verbais antes de seu sexto ano, que incluía o bloqueio de feitiços não verbalmente. Isso requer muita habilidade e concentração para a realização, uma magia cuja apenas alguns de seu ano a fizeram, dado ao alto nível de dificuldade e precisão exigidos para lançar feitiços dessa maneira.
  • Voo: Draco era um ótimo jogador de Quadribol. Ele começou a voar desde ainda muito jovem, mostrando suas habilidades no primeiro ano. Entrou para o Time de Quadribol da Sonserina como o Apanhador em seu segundo ano, o que era uma posição muito difícil de ocupar. Embora sua entrada na equipe tenha sido aprimorada pelo suborno de seu pai com novas Nimbus 2001 pra todo o time, ele também possui talento suficiente, entretanto Harry Potter ainda o superou com suas habilidades genuínas, apesar da suposta experiência de Draco e sua vassoura superior em seu primeiro jogo um contra o outro. Quando Draco se recusou a jogar durante seu sexto ano, seu time sofreu muito devido ao fato que o substituto jogava terrivelmente, sugerindo o fato de que nenhum sonserino durante seu tempo no cargo era mais habilidoso que ele.

    Draco duela contra Harry Potter emm 1992

  • Duelo: Draco foi um duelista bastante competente por um bom tempo antes mesmo de começar Hogwarts, uma habilidade provavelmente herdada de seus pais. Ele foi capaz de lançar o Feitiço da Perna Presa em seu primeiro ano, algo que Rúbeo Hagrid disse que nenhum garoto do primeiro ano seria capaz de fazer. No ano seguinte, ele conseguiu executar um Everte Statum tão poderoso que arremessou seu oponente para o outro lado da sala, e mesmo quando foi submetido a um ataque de risos causado pelo Feitiço das Cócegas, Draco foi capaz de acertar Harry com o Feitiço dos Pés Dançantes com precisão; a rodada terminou em uma paralisação como resultado. Mais tarde, ele foi capaz de enfrentar Harry mais uma vez em um duelo, lançando um feitiço tão rápido quanto Harry, fazendo com que seus feitiços ricocheteassem por todos os lugares. Em seu sexto ano, tendo sido treinado por Belatriz, suas habilidades em duelos haviam melhorado para se sair bem contra qualquer um. Draco superou Harry Potter — que na época enfrentou inúmeros Comensais da Morte mais experientes que ele, executando feitiços não-verbais com uma facilidade e velocidade surpreendente, algo que a maioria dos sextanistas eram incapazes de fazer — resistindo a seus ataques, entretanto quando Harry foi finalmente capaz de lançar uma maldição mais rápido do que ele, deixada por sua breve abertura da Maldição Cruciatus, ele quase atingiu um dano mortal se não tivesse sido tratado rapidamente. Draco também foi vencido por Gina Weasley em seu quinto ano, e por Hermione Granger em seu sétimo. Aos quarenta anos, pelo que ele mesmo admitiu ter praticado por anos, suas habilidades haviam evoluído muito e, apesar da idade, permaneceu um duelista poderoso, capaz de lutar contra Harry — que já havia sido o chefe do Departamento de Execução das Leis da Magia e da Seção dos Aurores — até um empate, conseguindo acertar e desviar de vários feitiços tanto quanto seu oponente conseguia acertá-lo, embora Harry não estivesse lutando na intenção de machucar ou matá-lo, reconhecendo abertamente suas capacidades aprimoradas e ajudando a acabar com Delphini.

    Draco faz seu pássaro de papel voar

  • Transfiguração: Draco mostrou ser talentoso nesta área desde muito jovem, já que em seu segundo ano, ele já era capaz de conjurar uma cobra, uma forma avançada da transfiguração que se aprende ao sexto ano, uma razoável façanha impressionante, mesmo que essa conjuração tenha sido bastante simples. Ele também se qualificou com sucesso em Transfiguração no seu nível NIEM, o que significa que ele obteve uma nota entre "Excede Expectativas" ou "Ótimo" em seu NOM. Em 2020, Draco executou facilmente o Feitiço Incarcerous quando duelo contra Harry, sendo capaz de ajudar Rony, Hermione e Gina a transfigurarem Harry em uma sósia de Lorde Voldemort, demostrando seu alto nível de habilidade na área, já que a Transfiguração Humana é um nível de personificação complexa e um feito muito exigente.

    Draco tenta amaldiçoar Harry

  • Feitiços: Draco era talentoso em feitiços, já que em seu sexto ano ele foi capaz de executar o difícil e avançado Feitiço de Proteu, um feitiço cuja a única aluna conhecida da mesma idade capaz de lançá-lo foi Hermione Granger (embora ele o dominou um ano após ela). Ele executou o Feitiço dos Pés Dançantes com sucesso contra Harry Potter durante o Clube de Duelo em 1992 e em 1997 desarmou Alvo Dumbledore da Varinha das Varinhas com o Feitiço de Desarmamento. Draco foi capaz de lançar um Feitiço Escudo com sucesso para bloquear os feitiços de Harry durante um duelo. Em seu sétimo ano, ele executou o Feitiço de Desilusão em si mesmo a ponto de Harry, Rony e Hermione não poderem vê-lo, permanecendo indetectável. Draco também foi capaz de animar um pássaro de papel com um feitiço, a ponto de fazê-lo voar como um real. Já em 2020, ele exibiu uma melhora notável em suas habilidades de feitiços, fazendo o uso eficaz disso durante um combate contra Harry Potter, sendo notavelmente capaz de rivalizar o Feitiço de Desarmamento de seu adversário, empurrando facilmente uma cadeira para bloquear um dos feitiços e, mais tarde, parando uma cadeira arremessada em alta velocidade, além de ser capaz de usar o Mobilicorpus facilmente em Harry, fazendo-o pular para cima e baixo na mesa. Mais tarde, ele lançou com facilidade o Feitiço de Levitação para levitar Delphini e a silenciou com o Feitiço Silenciador.
  • Artes das Trevas: Demonstrou uma grande proficiência para magia negra desde a tenra idade, como quando foi rapidamente capaz de lançar maldições para humilhar os outros durante seus anos em Hogwarts, como o Feitiço da Perna Presa, a Maldição para Amarrar a Língua, Maldição Flipendo, AzaraçãoDensaugeo, Azaração Melofors, o Feitiço do Corpo Preso e um feitiço escuro não especificado. Em seu sexto ano, Draco aprendeu com sucesso a execução de pelo menos duas das Maldições Imperdoáveis, a Maldição Cruciatus e a Maldição Imperius, após se tornar um Comensal da Morte, permitindo que se igualasse a um Bruxo das Trevas em pleno direito. Ambas são maldições das trevas extremamente difíceis e poderosas que nem ao menos bruxos adultos conseguem executar; sua incrivelmente habilidosa tia Belatriz Lestrange pode ter lhe ensinado estas maldições enquanto estava lhe ensinando a arte da oclumência e feitiços não-verbais. Sua Maldição Imperius foi forte o suficiente para segurar Madame Rosmerta por quase um ano inteiro, enquanto ele usava a Maldição Cruciatus em Thorfinn Rowle. É provável que ele tenha a capacidade (mas não a vontade) de executar a Maldição da Morte também. Enquanto duelou contra Harry Potter em 2020, Draco foi capaz de executar rapidamente e com sucesso uma série de feitiços das trevas com facilidade, como Levicorpus junto de Densaugeo e Flipendo, demonstrando suas capacidades em magia negra ainda muito adeptas mesmo depois de desertar dos Comensais da Morte. Ele também se ofereceu para se disfarçar de Voldemort quando ele e outros voltaram no tempo para parar Delphini devido ao seu conhecimento e habilidades em artes das trevas, sugerindo que ele estava seguro de que poderia se envolver em atividades de magia negra bem o suficiente para convencê-la de sua identidade.
  • Reparo Mágico: Draco conseguiu consertar o Armário Sumidouro em seu sexto ano com a ajuda do Sr. Borgin, embora ele tenha levado a maior parte do ano para consertá-lo. O armário havia sido destruído por Pirraça no segundo ano, e Draco o consertou apesar do fato de que a ligação mágica entre os dois armários não havia sido destruída.
  • Alquimia: Depois de se formar em Hogwarts, Draco começou a estudar Alquimia como hobby.

Posses

A varinha de pilriteiro de Draco

Relacionamentos

Família

Seus pais

"Não tenho opções! Tenho de fazer isto. Ele me matará! Ele matará minha família toda!"
— Draco para Alvo Dumbledore sobre as ameaças do Lorde das Trevas[fnt]

A Família Malfoy em 1998

Lúcio e Narcisa Malfoy mimaram seu único filho. Em 1991, Narcisa enviava pacotes de doces diariamente para o filho. Já em 1992, Lúcio comprou novas vassouras para todo o Time de Quadribol da Sonserina quando Draco foi nomeado apanhador. Narcisa também se recusou a enviar seu filho para Durmstrang —como Lúcio queria — insistindo de que ele tivesse de ficar perto de casa, frequentando assim Hogwarts; apesar do desejo de Lúcio querer manter o filho longe das influências de nascidos trouxas em Hogwarts e também por Durmstrang ensinar artes das trevas ao invés de "apenas defesas", o desejo de Narcisa foi cumprido e Draco acabou estudando em Hogwarts. Lúcio era mais frio e exigente que sua esposa, criticando seu filho por tirar notas mais baixas do que Hermione Granger, uma nascida trouxa. Apesar disso, Draco admirava o pai, frequentemente se gabando de sua influência e se esforçando para ser como ele. Além disso, por tentar usar os feitos de seu avô, Abraxas, para persuadir Horácio Slughorn, Draco pode ter tido um nível semelhante de respeito por ele assim como por seus pais.

Draco e Lúcio em 1992

Ficou claro que durante a Segunda Guerra Bruxa, os Malfoy se importavam muito mais uns com os outros do que seguirem Lorde Voldemort. Draco realizou a tarefa atribuída pelo Lorde das Trevas em seu sexto ano pois a vida de seus pais estava sendo ameaçada, e pareceu estar perto de aceitar a oferta de Dumbledore sobre mantê-los seguros antes de Severo Snape interceder e matar o diretor. Durante a Batalha de Hogwarts, Lúcio e Narcisa não lutaram, em vez disso, procuraram freneticamente pelo filho. Narcisa chegou a mentir diretamente para Voldemort sobre a morte Harry Potter, no intuito de retornar ao castelo e achar Draco, o que também sugere que Harry foi salva mais uma vez pelo amor de uma mãe.

Assim como seus pais, Draco possuía a formidável habilidade em Duelos, Oclumência e nas Maldições Cruciatus e Imperius. Era inteligente, rápido e um habilidoso retentor.

Entretanto, depois da guerra, o relacionamento de Draco e seus pais aparentemente pode ter vacilado um pouco, já que seu casamente com Astória Greengrass os levou a pensar que ela era uma nora um tanto decepcionante, principalmente sobre suas opiniões das atrocidades feitas por Comensais da Morte e da Ideologia Puro-Sangue, algo que eles prezavam muitos por serem membros dos Sagrados Vinte e Oito. O próprio Draco perdeu sua intolerância com bruxos "não puro-sangue", tomando a disposição de deixar extensa linhagem do Malfoy terminar em si mesmo para preservar a saúde de sua esposa devia à uma maldição de família; ganhando a antipatia de Lúcio. Apesar de tudo, ele não perdeu os favores de seus pais, herdando assim a Mansão Malfoy e a coleção de artefatos das trevas de Lúcio, incluindo o "verdadeiro" Vira-Tempo, que se provou crucial mais tarde.

Esposa e filho

Draco, Astória e Escórpio

Algum tempo após o fim da guerra, Draco se casou com Astória Greengrass, cuja a irmã mais velha estudava no mesmo ano escolar que ele. Draco e Astória tiveram apenas um filho chamado Escórpio.

Draco e sua esposa evidentemente amaram e cuidaram de seu filho, criando-o para uma pessoa melhor do que Draco havia sido, comprovado quando Escórpio se tornou o melhor amigo de Alvo Potter (filho de seu antigo arquirrival) e uma queda por Rosa Weasley (filha de seus ex-inimigos). Draco e Astória consideravam o dia do nascimento do filho o melhor dia de suas vidas. A morte de Astória foi a causa do coração partido de Draco, fazendo-o considerar usar ilegalmente o Vira-Tempo que havia recebido de seu pai para vê-la novamente, embora ele resistiu ao impulso. Draco afirmou que teria alegremente deixado a linhagem de sua família acabar em si mesmo se isso considerasse preservar a saúde de esposa, indo contra aos desejos de Lúcio, mas ela afirmou que queria deixar algo para seu marido e não para crenças familiares. Draco certamente criou seu filho mais estritamente de que como havia sido criado por seus pais, como quando Escórpio foi punido por Minerva McGonagall por utilizar um Vira-Tempo e corromper a realidade ao ponto de ressuscitar Voldemort, Draco afirmou estar pronto para ouvir como seu filho deveria ser punido.

Belatriz Lestrange

"Ah... tia Belatriz tem lhe ensinado Oclumência, entendo."
Severo Snape[fnt]

Belatriz Lestrange, sua tia materna

Belatriz Lestrange era sua tia materna, irmã de Narcisa e uma Comensal da Morte. Quando Draco era mais jovem, ele não tinha muito contato com a tia, pois ela estava presa em Azkaban por torturar os Aurores Franco e Alice Longbottom, pais de Neville, um colega da Grifinória na mesma época de Draco, até a loucura. Entretanto, Draco não sentia vergonha dos crimes de sua tia contra a lei mundial dos bruxos, que muitos considerariam vergonhoso. Depois que Belatriz fugir em 1995, ela lutou em uma batalha contra Harry Potter e seus amigos, sendo a única Comensal da Morte que não foi capturada; Lúcio Malfoy, que também lutava, foi preso. Depois de Draco receber sua missão como Comensal, Belatriz o ajudou e lhe ensinou Oclumência, Feitiços não-verbais e Artes das Trevas. Ela também achava que Narcisa deveria se orgulhar de seu filho ter se tornado um Comensal da Morte.

Durante 1997, Belatriz morou alguns meses na Mansão Malfoy no intuito de ficar mais próxima de Voldemort, que também estava hospedado lá. Ela e Draco participaram do Conflito na Mansão Malfoy; Draco relutantemente observou a tortura de Belatriz em Hermione Granger. Durante a Batalha de Hogwarts, Belatriz foi assassinada por Molly Weasley.

Não se sabe como Draco reagiu à sua morte, mas provavelmente ele tenha ficado triste, pois Belatriz parecia sentir algum afeto por ele. Entretanto, dado ao arrependido de Draco e sua família sobre a aliança com Voldemort, e que Draco abandonou seus preconceitos contra sangues não-puros após a guerra, é possível que sua opinião sobre sua tia mudou consideravelmente, já que ela era fanaticamente leal e obsessivamente apaixonada pelo Lorde das Trevas. Além disso, apesar de Delphini Riddle ser filha de Belatriz, Draco não hesitou em ajudar em sua prisão após esta ameaçar a vida de seu filho.

Outros membros da família

Sua prima materna, Ninfadora Tonks

Draco não era próximo de sua tia Andrômeda, que havia sido deserdada de sua família por se casar com um nascido-trouxa chamado Ted Tonks, ou de sua filha Ninfadora. Como grande parte do resto da família, Draco provavelmente desconsiderou esses parentes por desprezo; Andrômeda foi considerada traidora de sangue e Ninfadora uma mestiça. Além disso, Tonks se casou com Remo Lupin, um lobisomem, algo que os Comensais da Morte usavam para humilhar Draco. Por ter medo de Voldemort para responder à tais ofensas, os sentimentos de Draco sobre o assunto são desconhecidos. Tonks referiu-se a ele como "O menino Malfoy" indicando que ela ou não sabia seu nome ou o desprezava muito para se importar, sem nem ao menos mencionado sua relação. Da mesma forma, Draco era indiferente a seu primo de primeiro grau, Sirius Black.

Sirius Black, seu primo materno

Ambos os primos foram mortos por Belatriz; Sirius durante a Batalha do Departamento de Mistérios e Tonks durante a Batalha de Hogwarts respectivamente. Sua prima, filha ilegítima de Belatriz, sua tia, e Tom Riddle, seu ex-líder, era Delphini, a qual ele ajudou Harry Potter a combater no ano de 2020 depois de descobrir que ela era filha de Voldemort, e depois de tentar matar seu filho Escórpio. Ele não possuía nenhum afeto por Delphi, pois ajudou a prendê-la pelo assassinato de Craig Bowker Jr.

Vicente Crabbe e Gregório Goyle

"À mesa da Sonserina, Crabbe e Goyle cochichavam. Corpulentos como eram, pareciam estranhamente solitários sem a companhia da figura alta e pálida de Malfoy entre os dois, despachando ordens."
— Pensamentos de Harry Potter sobre a amizades de Crabbe, Goyle e Malfoy[fnt]

Draco, Crabbe e Goyle em 1992

Os dois companheiros contantes de Draco durante seus anos em Hogwarts eram Vicente Crabbe e Gregório Goyle. Os dois freqüentemente se envolviam nos conflitos de Draco com Harry Potter e seus amigos. Embora Draco sempre deixasse claro que os considerava bastante estúpidos — uma reivindicação legítima — ele os tratava mais como servos do que como amigos, demonstrando preocupação genuína por eles e pelo resto de seu grupo em algumas ocasiões; como quando Goyle foi mordido por Perebas, o rato de Rony Weasley, Draco o esperou antes de ir embora, como quando Goyle foi atingido por uma Maldição de Harry, e também quando Dumbledore expressou seu desgosto com Draco ao saber que ele havia permitido que Fenrir Greyback viesse "a uma escola onde seus amigos viviam..", negando dizendo que não sabia que ele estaria lá, claramente perturbado pela presença inesperada do sádico lobisomem. Sua saída abrupta de suas atividades criminosas deixaram Crabbe e Goyle estranhamente solitários, já que eram acostumados a andar somente juntos, com Draco dando-lhes ordens.

No duelo final entre Draco e Harry na Sala Precisa, durante a Batalha de Hogwarts, Draco não pode exercer muito controle sobre seus amigos; Crabbe, em particular, respondeu duramente às tentativas de Draco de impedi-lo de matar Harry. Draco desesperadamente tentou salvar seus dois amigos do Fogomaldito que Crabbe havia lançando; ajudando Goyle a montar na vassoura de Rony e Hermione antes de deixar Harry os levar para fora e ficando muito chateado com a morte de Crabbe. Embora tenha sido Rony e Hermione que salvaram Goyle, se não fosse por Draco tê-lo arrastado para um lugar seguro, Goyle não teria sido salvo, considerando que ele salvou sua vida.

Em 2020, quando adulto, Draco admitiu para Harry e Gina Potter que seu relacionamento entre Crabbe e Goyle nunca poderia ter sido realmente chamado de amizade, já que eles tinham pouco em comum, exceto os preconceitos herdados de suas famílias, e por Crabbe e Goyle serem estúpidos demais para serem coortes confiáveis em qualquer coisa. Draco também admitiu que sempre invejou a amizade próxima de Harry com Rony e Hermione, em total contraste ao vazio de sua relação com seus dois "melhores amigos" em Hogwarts.

Pansy Parkinson

Draco: "Quero dizer, talvez eu nem esteja em Hogwarts ano que vem, que diferença faz se um velho gordo e decadente gosta ou não de mim?"
Pansy Parkinson: "Como assim, você talvez não esteja em Hogwarts no ano que vem?"
Draco: "Ora, nunca se sabe. Eu talvez venha... ãh... a me dedicar a coisas maiores e melhores."
Pansy Parkinson: "Você está se referindo a... ele?"
— Draco contanto a Pansy sobre se tornar um Comensal da Morte[src]

Pansy Parkinson, sua amiga que tinha uma queda por ele

Pansy Parkinson era uma garota da Sonserina e amiga próxima de Draco em Hogwarts. Ela frequentemente o bajulava, rindo alto de suas piadas maliciosas, mostrando grande preocupação quando Draco foi ferido por Bicuço em seu terceiro ano, e o acompanhando ao Baile de Inverno em 1994. Draco e Pansy eram membros da Brigada Inquisitorial e Monitores durante em seu quinto ano, o que é indicativo de seus papéis de liderança na Casa Sonserina. Eles foram apontados como sendo particularmente próximos durante o sexto ano, como visto no Expresso de Hogwarts; Draco estava com a cabeça no colo de Pansy, que acaricia seus cabelos, e não perdendo tempo em difamar Harry por (não intencionalmente) cortar Draco uma maldição mortal. Algum tempo após esse período, entretanto, a amizade dos dois diminuiu. Se Pansy se foi namorada dele, não se sabe, pois Draco acabou se casando com Astória Greengrass.

Teodoro Nott

Draco também era amigo de Teodoro Nott, uma das poucas pessoas que ele se igualava, visto que Teodoro era tão puro-sangue e um tanto mais inteligente quanto ele. Entretanto, Teodoro era um jovem solitário que não se sentia compelido para se juntar a nenhum grupo, incluindo o de Draco. Os dois riram juntos do status sanguíneo de Hermione uma vez. Nott também foi visto com Draco e seu grupo após Harry listar os nomes de seus pais em um artigo n'O Pasquim. Também é dito que eles se conheciam antes de sua chegada à Hogwarts.

Blásio Zabini

Blásio Zabini também era amigo de Draco durante o sexto ano, quando se sentaram juntos no Expresso de Hogwarts e discutiram sobre Harry Potter, Neville Longbottom e Gina Weasley, que haviam se tornado membros do Clube do Slugue. Blásio também foi uma das poucas pessoas que Draco contou sobre sua missão, no entanto, ele não parecia ter uma boa opinião sobre a nova "posição" de Draco.

Marcos Flint

Draco aparentava ser amigável com Marcos Flint, como mostrado que Flint o defendeu de Fred e Jorge Weasley, e novamente como quando ajudou Draco e seu grupo em uma tentativa de fazer Harry desistir durante uma partida de Quadribol disfarçando-se de dementadores. Marcos, entretanto, não hesitou em gritar com Draco após ele falhar em pegar o pomo, apesar de estar voando em seu alcance (ele estava muito ocupado zombando de Harry para vê-lo).

Severo Snape

"Professor, por que é que o senhor não se candidata ao lugar de diretor? ... Vou dizer ao meu pai que o senhor é o melhor professor que temos [..]"
— A opinião de Draco sobre Severo Snape[fnt]

Severo Snape, seu professor favorito e ex-diretor de casa

O professor que Draco inicialmente mais respeitava era Severo Snape, Mestre de Poções e Diretor de Casa da Sonserina. Snape, por sua vez, pegou Draco como seu aluno favorito e mostrou-lhe indulgência imerecida em várias ocasiões, o que provavelmente tinha algo a ver com a relação de longa data entre Snape e Lúcio Malfoy, o pai de Draco, ou a pretexto disso, dado que Snape desertou dos Comensais da Morte. Draco até declarou que Snape deveria se candidatar ao cargo de diretor após Dumbledore ser suspenso.

Entretanto, após a prisão de Lúcio em Azkaban, Draco começou a se ressentir de Snape, acreditando que ele havia usurpado o lugar de seu pai nos Comensais da Morte, e que ele também estava tentando se aproveitar de sua chance de glória. Como tal, Draco evitou Snape na maior parte do ano, se recusando a qualquer ajuda e até o agredindo verbalmente. No entanto, Snape continuou a protegê-lo como quando Draco foi pego espreitando do lado de fora da Festa de Natal do Clube do Slugue, não o punindo quando o garoto se recusou a atender sua convocação em seu escritório, algo que outros alunos não fariam tão facilmente. Snape continuou a proteger Draco mesmo após sua fuga durante a Batalha da Torre de Astronomia; quando questionado por Voldemort sobre as ações de Draco durante sua tentativa de assassinar Dumbledore, Snape mentiu dizendo que Malfoy não havia abaixado sua varinha e enfatizou a habilidade do jovem estudante de colocar os Comensais da Morte em Hogwarts, bem como a encurralar Dumbledore, o que permitiu que Snape o matasse. A defesa de Malfoy por Snape salvou a vido do menino e convenceu Voldemort a libertar Lúcio Malfoy de Azkaban, fazendo Draco se reconciliar com Snape.

Não se sabe como Draco reagiu à morte de Snape por Lorde Voldemort em 1998, durante a Batalha de Hogwarts, ou de sua verdadeira lealdade com a Ordem da Fênix devido ao amor pela mãe nascida-trouxa de Harry Potter, Lílian Evans. Entretanto, dada a própria desilusão de Draco com a causa dos Comensais da Morte e subsequente a reaproximação com Harry, é provável que Draco se simpatizou com seu falecido professor. Além disso, é possível que a já mencionada distensão de Draco com Harry quando adultos possa ter sido motivada, pelo menos em parte, para evitar um relacionamento semelhante ao que Snape teve com o pai de Harry e seus amigos depois de seus próprios anos em Hogwarts.

Harry Potter

Draco: "Você não vai demorar a descobrir que algumas famílias de bruxos são bem melhores do que outras, Harry. Você não vai querer fazer amizades com as ruins. E eu posso ajudá-lo nisso."
Harry Potter: "Acho que sei dizer qual é o tipo ruim sozinho, obrigado."
Draco: "Eu teria mais cuidado se fosse você, Harry. A não ser que seja mais educado, vai acabar como os seus pais. Eles também não tinham juízo. Você se mistura com gentinha como os Weasley e aquele Rúbeo e vai acabar se contaminando."
— O encontro desagradável entre Harry e Draco no Expresso de Hogwarts, antes do primeiro ano[fnt]

Harry Potter, seu arquirrival de escola e que mais tarde se tornou seu aliado e salvador

Draco se tornou o arquirrival de Harry Potter quase imediatamente após se conhecerem, pouco antes de seu primeiro ano em Hogwarts. Draco inicialmente se interessou por Harry por ele ser muito famoso, entretanto Harry não se impressionou por seus modos arrogantes. Pelo resto de tempo na escola, Harry e Draco se odiavam e tentavam ao máximo provocar um ao outro sempre que possível, embora Harry em comparação à Rony fosse menos propenso a incorporar violência contra Draco. Isso atingiu o auge logo depois de Lúcio Malfoy ser enviado para Azkaban após a Batalha do Departamento de Mistérios. Depois de descobrir o que Draco havia passado durante o sexto ano, Harry começou a sentir pena, um sentimento intensificado ao testemunhar o uso que Lorde Voldemort o estava fazendo. Durante o mesmo ano, Harry quase matou Draco com uma das maldições do Príncipe Mestiço, Sectumsempra — que ele usou acidentalmente sem saber quais eram os efeitos da maldição. O próprio Harry se sentiu totalmente horrorizado e culpado pelo o que fez. Entretanto, apesar da certa inimizade entre os dois, deve-se notar que Draco mostrou grande relutância em identificar Harry e seus amigos enquanto eles estiveram presos em sua casa. Por sua vez, Harry salvou sua vida duas vezes durante a Batalha de Hogwarts. Notavelmente a razão principal por trás da inimizade de Draco e Harry era na verdade ciúmes de sua fama e amizades da parte de Draco.

Entrevistador: "Draco e Harry perderam sua animosidade um com o outro quando Voldemort morreu? ""
J. K. Rowling: "Não realmente. Haveria um tipo de reaproximação, em que Harry sabe que Draco odiava ser um Comensal da Morte e não teria matado Dumbledore; da mesma forma, Draco sentiria uma gratidão relutante por Harry por salvar sua vida. Amizade real estaria fora de questão, entretanto. Muita coisa aconteceu antes da batalha final."
J. K. Rowling sobre as atitudes de Harry e Draco um em relação ao outro[fnt]

Ao longo dos anos, Draco e Harry fizeram as pazes quando adultos, mas ainda não eram amigos quando Alvo e Escórpio começaram a escola. Mais tarde, isso se desenvolveu em um relacionamento mais cordial devido ao fato de Alvo e Escórpio serem melhores amigos. Draco passaria a confiar na sorte e nos instintos de Harry ao longo dos anos, sabendo que Harry sempre estava no meio de uma ação quando necessário. Malfoy cresceu para ter um profundo respeito e um relacionamento amigável com Alvo Potter, confiando nele para ajudar Escórpio a se curar da dor de perder a mãe. Durante os acontecimentos de Delphini, Draco confessou a Harry, discutindo a princípio de uma maneira bastante distante, alguns detalhes importantes sobre sua esposa antes e depois de sua morte, bem como o Vira-Tempo escondido de sua família, Draco e Harry finalmente chegaram a ter respeito mútuo um pelo outro, se vendo como amigos pela primeira vez, embora isso ainda não curasse tudo sobre seu passado arruinado. Draco até admitiu que sempre teve inveja da amizade entre Harrry, Rony e Hermione.

Draco é um primo distante de pelo menos um membro da família Potter, através da família Black. Embora não se saiba se ele tem algum parentesco com o próprio Harry, ou se eles sabem sobre esse fato.

Família Weasley

"Acha meu nome engraçado, é? Nem preciso perguntar quem você é. Meu pai me contou que na família Weasley todos têm cabelos ruivos e sardas e mais filhos do que podem sustentar"
— Draco para Rony Weasley quando se encontraram pela primeira vez[fnt]

A Família Weasley (sem Gui e Carlinhos)

A família Malfoy geralmente desprezava a família Weasley por sua falta de riqueza e por seu status de "traidores de sangue", um sentimento ao qual Draco deixou claro imediatamente após conhecer Rony Weasley a bordo do Expresso de Hogwarts no primeiro ano. Os dois tinham uma hostilidade que se espelhava a de seus pais, muitas vezes se insultando e propensos até mesmo a brigas físicas. Draco também escreveu a letra de uma canção humilhante chamada Weasley é o nosso rei, que estava destinada a minar as capacidades de Rony como o goleiro do time de Quadribol da Grifinória.

Quando Crabbe colocou fogo na Sala Precisa, Rony ajudou Harry e Hermione a salvar Draco e Goyle, mas com alguma relutância. Após o trio salvar a vida de Draco novamente naquele dia, Rony lhe deu um soco no rosto e o chamou de "filho da mãe de duas caras". Embora essa inimizade aparenta ter desaparecido com o tempo; Rony desencorajou sua filha Rosa de se tornar amiga do filho de Draco, Escórpio.

Draco possuía menos interação com outros membros da família Weasley. Fred e Jorge tentaram agredir Draco fisicamente duas vezes; A primeira vez foi quando ele chamou Hermione Granger de "sujeitinha de sangue ruim" e a segunda vez depois de Draco insultar o sr. e a sra. Weasley, bem como a mãe de Harry, Lílian Evans (fazendo os dois gêmeos, assim como Harry, ganhar um "banimento vitalício do Quadribol" de Dolores Umbridge). Eles também azararam Draco e outros membros da Brigada Inquisitorial. Gina também teve alguns encontros hostis com Draco, mais notavelmente o atingindo com a Azaração para Rebater Bicho-Papão quando a Brigada Inquisitorial tentou segurá-la, Rony, Neville Longbottom e Luna Lovegood em 1996. Draco também aparentava não gostar de Percy, não demonstrando nenhum respeito por ele, apesar do último ser monitor-chefe.

Hermione Granger

Draco: "Boas, não são? Mas quem sabe o time da Grifinória pode levantar um ourinho e comprar vassouras novas, também. Você podia fazer uma rifa dessas Cleansweep 5; imagino que um museu talvez queira comprá-las"
Hermione Granger: "Pelo menos ninguém do time da Grifinória teve de pagar para entrar. Entraram por puro talento."
Draco: "Ninguém pediu sua opinião, sua sujeitinha de sangue ruim"
— Após Draco se tonar apanhador da Sonserina e provocar o time da Grifinória[fnt]

Hermione Granger, sua inimiga e a quem ele era acostumado a intimidar

O relacionamento de Draco e Hermione Granger mudou antes mesmo de os dois se conhecerem, embora eles nunca tenham realmente interagido até o segundo ano. Draco foi criado para acreditar na inferioridade dos nascidos trouxas e, no segundo ano, seu pai lhe disse que ele deveria ter vergonha por Hermione ter tirado notas mais altas que ele. Assim, Draco frequentemente zombava de Hermione, a chamando pelo epíteto depreciativo "sangue-ruim"; ela se recusava a ser intimidada.

Durante o período em que o Basilisco de Salazar Slytherin estava atacando alunos nascidos trouxas, Malfoy disse aos amigos Crabbe e Goyle (que na verdade eram Harry e Rony usando a Poção Polissuco) que esperava que Granger fosse a próxima vítima. Embora Hermione geralmente ignorasse as provocações de Malfoy ao invés de se meter em brigas com ele como Harry e Rony faziam, os dois ocasionalmente trocavam palavras duras, e no terceiro ano, Hermione o deu tapa por insultar Hagrid. Quando ele encontrou o trio na Madame Malkin Roupas para Todas as Ocasiões antes do início do sexto, ele perguntou quem havia deixado Hermione com o olho roxo (resultado de um telescópio esmurrador) para que ele pudesse "enviar flores". Apesar de sua antipatia e preconceito com Hermione, Draco ainda aconselhou Harry e Rony para colocá-la em segurança durante o tumulto dos Comensais da Morte na Copa Mundial de Quadribol (embora de forma provocativa) e demonstrou relutância em identificá-la para sua tia Belatriz, evitando até mesmo olhar para ela.

Em 2017, quando Rony encorajou sua filha a não se associar com o filho de Draco, Hermione expressou uma atitude mais conciliatória. Draco e Hermione se tornaram primos distantes quando ela se casou Rony. O filho de Draco, Escórpio, eventualmente viria a desenvolver uma paixão profunda pela filha de Hermione, Rosa Weasley. Embora o relacionamento dos dois tenha melhorado ligeiramente após a guerra, Draco brincou algumas vezes durante a emboscada de Delphini em Godric's Hollow em 31 de outubro de 1981, que estava surpreso e gostando da ideia de receber comandos de batalha de Hermione, achando a situação sombriamente divertida.

Neville Longbottom

"Longbottom, se miolos fossem outro, você seria mais pobre do que Weasley, e isso já é muita coisa."
— Opinião de Malfoy sobre Neville[fnt]

Neville Longbottom, a quem ele costumava intimidar

O inicialmente tímido e desajeitado Neville Longbottom regularmente se encontrava recebendo insultos de Draco e seu grupo, e freqüentemente sendo o alvo de suas piadas e travessuras — um fato que servia apenas para tornar Neville mais desajeitado e menos confiante. Incentivado por Harry, Rony e Hermione a se defender, Neville cresceu e se tornou alguém mais difícil de intimidar em seus últimos anos em Hogwarts, resistindo não apenas aos alunos da Sonserina, mas também a Aleto e Amico Carrow e Severo Snape. Durante a Batalha de Hogwarts, Neville provou ter feito uma reviravolta impressionante e corajosa desde seus primeiros anos de humilhação e intimidação da parte de Draco, quando ele desafiou Lorde Voldemort abertamente e decapitou Nagini, efetivamente destruindo a Horcrux final do Lorde das Trevas.

Draco e Neville eram primos em quarto grau, mas provavelmente os dois não sabiam dessa relação.

Funcionários de Hogwarts

Alvo Dumbledore: "Draco, Draco você não é um assassino."
Draco: "Como é que o senhor sabe? O senhor não sabe do que sou capaz, o senhor não sabe o que eu fiz!"
Alvo Dumbledore e Draco em 1997[fnt]

Alvo Dumbledore, seu ex-diretor

Draco mostrou uma aversão particular por seu diretor Alvo Dumbledore, que era a favor da aceitação completa de nascidos-trouxas, uma visão contraditória com a dos Malfoy. Como tal, Draco frequentemente ridicularizava as ideias e escolhas de Dumbledore. Ele ficou animado a princípio quando recebeu a missão de matá-lo, com o desejo de resgatar o nome de família e vingar seu pai, e até mesmo ousando usar o termo depreciativo "sangue ruim" na frente do diretor, o qual desagradou Dumbledore. Entretanto, Alvo tinha pena de Draco por ter se tornado um Comensal da Morte, pois sabia que Voldemort havia o feito obedecer ao ameaçar seus pais. Além disso, quando Dumbledore se ofereceu para salvá-lo, Draco aparentou inclinado em aceitar a oferta antes de ser interrompido pela chegada de seus companheiros Comensais da Morte. Quando Draco testemunhou Snape matar seu diretor, ele pareceu horrorizado, o que provavelmente aumentou seu arrependimento de se tornar um Comensal da Morte.

Também em seu quarto ano, Draco julgou Dumbledore por "gostar muito de sangues ruins".

Dolores Umbridge, sua professora de Defesa Contra as Artes das Trevas

Acostumado ao tratamento preferência que recebia de Severo Snape, e colhendo os benefícios de suas conexões e status de sua família, Draco tentou usar o nome de seu avô para se aproximar de Horácio Slughorn, embora este o tenho mais do que ignorado. Entretanto, Dolores Umbridge, que era familiarizado com seu pai, tornou Draco e seus amigos membros da Brigada Inquisitorial, sendo rápida ao permitir que o time de Quadribol da Sonserina se reordenasse depois de dissolver as outras "Organizações Estudantis, Sociedade, Equipe, Grupo, ou Clube" com o Decreto Educacional Número Vinte e Quatro.

Draco demonstrou desprezo por professor que não possuíam status ou não se encaixavam em seus padrões de pureza de sangue, como Remo Lupin, um lobisomem e conseqüentemente tendia a parecer um maltrapilho e pobre; Rúbeo Hagrid, um meio-gigante despenteado; e Alastor Moody (disfarçado de Bartô Crouch Jr.) que era um Auror conhecido por sua extensa lista de Comensais da Morte capturados, assim como sua intensa paranoia. Draco se absteve de desprezar abertamente o ex-auror devido ao medo. Inicialmente, durante a campanha de difamação do Ministério contra Dumbledore, os mesmo três professores foram citados como "decisões excêntricas" feitas pelo diretor, e evidência de sua competência diminuindo com seu cargo. Draco frequentemente se encontrava em desacordo com a Diretora de Casa da Grifinória, Professora McGonagall, que nunca classificava seus alunos como favoritos, muitos menos Malfoy, embora ele demonstrasse a ela algum nível de respeito relutante, enquanto ela não aceitava as acusações de Harry contra os crimes de Draco sem evidências suficientes. Draco da mesma forma parecia sentir algum respeito por Fílio Flitwick. Ele também não gostava do zelador Argo Filch, por ser um aborto e nunca hesitar em punir Draco, embora trabalhassem juntos na Brigada Inquisitorial.

Murta Warren

"Não... me conte qual é o problema... posso ajudar você..."
— Murta Que Geme tentanto confortar Draco[fnt]

Murta Warren

Durante seu segundo ano, quando a Câmara Secreta foi aberta pela segunda vez, Draco contou à Harry e Rony (disfarçados de Crabbe e Goyle pela Poção Polissuco) que na primeira vez que ela foi aberta, um sangue ruim morreu — o "sangue ruim" era Murta.

Durante seu sexto ano, quando designado por Lorde Voldemort para matar Alvo Dumbledore, Draco ficou sob estrese com a dificuldade da missão e com as consequências do fracasso. Surpreendentemente, apesar de seus preconceitos contra nascidos trouxas, Draco aparentemente visitava Murta regularmente em seu banheiro, onde confiava e até chorava abertamente na frente dela. Por sua vez, ela tinha a impressão de que ele era um garoto sensível que estava sendo intimidado (o que na verdade, embora Murta não soubesse que era Voldemort que o estava intimidando). Este pode ser um dos raros momentos em que Draco mostrou algo além de desgosto pelos nascidos trouxas, embora não se saiba se ele estava ciente do status sanguíneo de Murta ou de sua conexão com a abertura da Câmara Secreta durante o tempo de Tom Riddle em Hogwarts.

Lorde Voldemort

"... Ele me mandou fazer isso ou me matará. Não tenho escolha."
— Draco sobre Lorde Voldemort e sua missão[fnt]

Lorde Voldemort, seu antigo mestre e ex-ídolo

Embora originalmente Draco admirasse e respeitasse Lorde Voldemort, ele passou a temê-lo depois de ter a segurança de sua família ameaçada.

Draco se juntou aos Comensais da Morte com dezesseis anos, quando o Lorde das Trevas ameaçou matar seus pais se ele falhasse na missão de assassinar Alvo Dumbleore. O que na verdade, Voldemort fez no intuito de punir Lúcio Malfoy por não ter recuperado uma profecia do Departamento de Mistérios, em sua suposição de que ele falharia e teria de ser punido de acordo. Draco lutou em várias batalhas por Voldemort, incluindo a Batalha da Torre de Astronomia e noConflito na Mansão Malfoy. Após a derrota final de Voldemort, Draco não foi preso, pois ele e sua família haviam desertado dos Comensais da Morte antes mesmo de sua derrota.

Embora não se saiba se Draco aprendeu isso, foi ironicamente em seu ato de desarmar Dumbledore antes de sua morte e, sem saber, dominar a Varinha das Varinhas, que impediu de Voldemort dominar totalmente o poder da varinha. Draco, por sua vez, foi desarmado por Harry Potter durante o conflito na Mansão Malfoy, dando assim a Harry o poder do domínio do objeto. Quando Potter contou a Voldemort sobre esse fato, o último simplesmente os descartou, argumentando que não faziam diferença alguma e que poderia "cuidar (ou seja, matar)" de Draco depois, provavelmente como punição por não apenas por sua intromissão involuntária, mas também por seus pais demonstrarem deslealdade para com Voldemort. Felizmente para os Malfoy, essa indiferença arrogante acabou resultando em sua derrota final nas mãos de Harry Potter.

Em 2020, Draco estava desiludido com a causa dos Comensais da Morte devido às suas experiências com Voldemort, ajudando o trio a derrotar Delphini Riddle, a filha do Lorde das Trevas, e seu plano em salvar o pai de sua primeira queda em 1981. O que foi bastante notável sobre o envolvimento de Draco nessa aventura foi que Delphini era a filha ilegítima de sua tia, Belatriz Lestrange, e portanto sua prima. O desafio de Delphini e Voldemort demonstrou que Draco queria tão pouco com seu antigo mestre que mesmo ela sendo a filha de Tom Riddle e uma parente de sangue, ela era uma noção repugnante para ele. Draco também pode ter sido motivado pelo desejo de se redimir de seu passado como Comensal da Morte. Durante este período de vida, Draco também começou a se referir à Voldemort por seu nome ao invés de "Lorde das Trevas" como fazia na juventude, o que pode ter sido derivado de sua autorredenção.

Time de Quadribol da Sonserina

Draco era o apanhador do Time de Quadribol da Sonserina, começando em seu segundo ano em Hogwarts. Malfoy parecia ser muito popular com o time. É mais provável que isso aconteceu porque durante o segundo ano seu pai comprou vassouras novas e ágeis para toda a equipe. Além disso, o restante do time parecia ter as mesmas opiniões que ele, pois sorriram quando Draco chamou Hermione Granger de "sujeitinha de sangue ruim" e riram quando uma azaração saiu pela culatra sobre Rony Weasley após esse desentendimento.

Draco também parecia ter algum parentesco com um dos membros do time — Marcos Flint — por meio de seu segundo bisavô materno, que se casou com Ursula Flint, uma puro-sangue da família Flint.

Etimologia

  • O nome de Draco, assim como o de muitos mebros de sua família materna, a Casa dos Black, é derivado de alguma constelação. Draco também conhecido como Dragão; Draco é a tradução de "dragão" em latim e "serpente" em grego. A constelação está conectada a várias lendas da mitologia grega, principalmente por simbolizar o dragão de cem cabeças que Hércules teve de passar durante seus Doze Trabalhos, ou o dragão morto por Cadmo antes de fundar a cidade de Tebas. Na lenda romana, Draco, o dragão, foi morto pela deusa da sabedoria, Minerva, e atirado para o céu. Outra conexão com ele sendo um Comensal da Morte, é o fato de que Lúcifer/Satanás é referido como um Dragão na teologia cristã. Além disso, Draco era o nome de um legislador grego antigo que simplesmente escreveu leis que já existiam. Essas leias severas já existiam na tradição oral. Ele não tentou mudar ativamente essas leis, pois foram escritas para o benefício de pessoas comuns. Isso reflete o papel de Draco quando ele nos apresenta a mania de puro-sangue, que é uma filosofia que ele herdou de sua família.
  • O seu nome do meio "Lúcio", pode vir do ditador romano Lúcio Cornélio Sula, que executou com extrema cautela seus rivais. Seu nome também pode ser uma referência ao imperador roma Lúcio Domício Enobarbo, também conhecido como Nero. Lúcio é um nome que se deriva do latim que significa "brilhante" ou "inteligente" e está relacionado ao nome Lúcifer, o primeiro nome de Satanás, que pode fazer referência à Lúcio Malfoy sendo brilhante, mas mal, ou simplesmente mal.
  • Seu sobrenome, Malfoy, em francês (mal foi) significa "má-fé".

Por Trás das Cenas

Draco retratado na arte de um capítulo em Harry Potter e o Enigma do Príncipe

Tom Felton como Draco Malfoy

Draco em Harry Potter: Wizards Unite


  • Draco é tecnicamente e parcialmente francês, visto que seu ancestral Armand Malfoy era da França.
  • Tecnicamente, Draco foi o responsável por Harry perder duas de suas três Taças de Quadribol em Hogwarts. Em seu quinto ano, Harry foi banido do time de Quadribol por Umbridge após bater em Malfoy que havia insultado sua mãe e a família Weasley. Na segunda vez, no sexto ano, Harry foi forçado a perder a última partida de Quadribol por ficar em detenção com Snape por ter usado a maldição Sectumsempra em Malfoy.
  • A primeira vez que Draco viu Voldemort foi na Floresta Proibida, quando o último estava compartilhando um corpo com o Professor Quirrell. Draco fugiu horrorizado, apesar do fato de seu pai ter servido a Voldemort na Primeira Guerra Bruxa. Presume-se que ele não sabia quem Draco era na época, ou pois estava na parte de trás da cabeça do professor, e ainda encapuzado.
  • Draco teria frequentado o Instituto Durmstrang, uma escola que não admite estudantes nascidos-trouxas e que ensina Artes das Trevas, mas sua mãe questionou por não o querer tão longe de casa.
  • Ironicamente, foi a varinha de Draco que Harry usou em seu duelo final contra Voldemort, embora ela estivesse mudado sua lealdade para Harry naquele ponto. Entretanto, como o feitiço de repercussão da Varinha das Varinhas que derrotou Voldemort, e não a varinha de Draco.
  • Ele é retratado pelo ator britânico Tom Felton em todas as adaptações cinematográficas, sendo assim um dos 14 personagens a aparecerem todos os 8 filmes para o cinema.
  • Draco é interpretado pelo ator britânico Alex Price na produção original do West End de Harry Potter e a Criança Amaldiçoada.
  • Nos primeiros rascunhos de J. K. Rowling de Harry Potter e a Pedra Filosofal, o sobrenome de Draco era "Spungen", "Spinks", ou "Smart".
  • A varinha de Draco é notável pois sua varinha é uma das poucas que possuem a mesma aparência durante todos os filmes.
  • Rowling expressou preocupação com os fãs de Draco: "As pessoas têm sido líricas [nas cartas] sobre Draco Malfoy, e acho que foi a única vez que isso parou de me divertir e começou a quase me preocupar. Estou tentando distinguir claramente entre Tom Felton, que é um menino bonito, e Draco, que, seja lá como for, não é um homem bom. É romântico, mas doentio ... "
  • Em Harry Potter e a Câmara Secreta (filme), Draco percebe o Pomo de Ouro depois de Harry o fazer correr atrás dele apenas para ser derrubado de sua vassoura e ferido, ao contrário do livro onde ele nunca o percebe pois não estava prestando atenção em seu entorno.Também no filme, os ferimentos de Draco o fazem ser enviado para a Ala Hospitalar, embora Madame Pomfrey diga impacientemente a ela que seus ferimentos não foram graves o suficiente para que ele tivesse de ser mantido lá durante a noite.
  • Na adaptação cinematográfica de Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban, a lesão no braço de Draco não dura tanto quanto no livro.
  • É mostrado que ele é um pouco mais "respeitoso" nos filmes do que nos livros. Em Harry Potter e o Cálice de Fogo (filme), Draco é visto na Festa Memorial de Cedrico Diggory. Porém, ao invés de desrespeitar festa, ele é visto olhando para baixo solenemente, lamentando por Cedrico.
  • Nos filmes:
  • Draco aparenta ser menos antagônico com Hagrid do que nos livros.
  • Draco parece gostar de maçãs verdes, já que ele é visto comendo uma em Prisioneiro de Azkaban e colocando uma no Armário Sumidouro em Enigma do Príncipe.
  • Em Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2
    • Draco recebe um abraço de Voldemort e é o único seguidor dele conhecido a receber esta "homenagem". Esta cena foi improvisada por ambos os atores, adicionando um elemento "estranho".
      • Essa atmosfera realmente faz sentido, já que Voldemort nunca conheceu o amor, e um abraço pareceria estranho para ele.
    • Na batalha climática final, ele e sua família partem e não são vistos no Grande Salão durante a recuperação da batalha.
  • Na adaptação para videogame de Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2, Draco aparenta devolver sua varinha a Harry para duelar contra Lorde Voldemort. Isso também foi filmado para o filme, mas foi cortado na versão final.
  • Ele nunca se referiu a Rony e Hermione por seus primeiros nomes durante o curso dos sete livros originais. Ele, no entanto, se referiu a ambos por seus primeiros nomes em Criança Amaldiçoada.

Comentários da Autora

"Ele fechou a compaixão - de que outra forma você se tornaria um Comensal da Morte? Então ele suprime praticamente todo o seu lado bom. Mas então ele está brincando com os meninos grandes, como diz a frase, e de repente, depois de falar o que ele fala, ele pede para andar pela primeira vez e é absolutamente aterrorizante. E eu acho que essa é uma descrição precisa de como algumas pessoas caem nesse tipo de vida e percebem o que estão por vir. Eu senti pena de Draco . Bem, eu sempre soube que isso ia acontecer com Draco, obviamente, por mais desagradável que ele fosse."
J. K. Rowling sobre Draco[fnt]

Draco na edição ilustrada de Harry Potter e a Pedra Filosofal por Jim Kay

J. K. Rowling comentou que Draco não é muito capaz de compartimentar sua vida, o que o torna hábil em Oclumência e em intimidar os outros.

Ela também comparou Draco a seu primo, Régulo Black, no sentido de que ambos foram inicialmente atraídos pelos Comensais da Morte, mas "a realidade do que isso significava era demais para lidar ". Rowling também comparou Draco a Duda Dursley; além de ambos serem valentões, Draco também foi "criado como um filho único mimado, doutrinado com as crenças de seus pais ". Ela afirmou que existe "uma verdadeira covardia moral para Draco", mas que ele não é "totalmente mau".

Aparições

Draco como um POP!Vinil

Draco como uma minifigura LEGO (nova versão)

Notas e Referências

  1. 1,0 1,1 1,2 1,3 1,4 Escrito por J.K. Rowling: "Draco Malfoy" em Wizarding World
  2. 2,0 2,1 Entrevista Exclusiva Mundial com J K Rowling
  3. Harry Potter e a Criança Amaldiçoada, Ato Um, Cena Quatro
  4. 4,0 4,1 Harry Potter e o Cálice de Fogo, Capítulo 13 (Olho-Tonto Moody) - "Porque quero gravar isso na memória para sempre" disse Rony, com os olhos fechados e uma expressão de enlevo no rosto. "Draco Malfoy, a fantástica doninha quicante..."
  5. Harry Potter e o Cálice de Fogo, Capítulo 13 (Olho-Tonto Moody)
  6. 6,0 6,1 6,2 Harry Potter e o Enigma do Príncipe, Capítulo 6 (A fugida de Draco) - "Um adolescente pálido, de rosto pontudo e cabelos louro-brancos apareceu por trás da arara usando um belo conjunto de vestes verde-escuras, em que cintilavam alfinetes na barra da saia e das mangas."
  7. 7,0 7,1 Harry Potter e a Câmara Secreta, Capítulo 4 (Na Floreios e Borrões) - "O homem que entrou atrás dele só podia ser o pai. Tinha a mesma cara fina e pontuda e olhos idênticos, frios e cinzentos"
  8. 8,0 8,1 Harry Potter e o Enigma do Príncipe, Capítulo 6 (A fugida de Draco) - "Seus olhos cinza-claros se estreitaram."
  9. 9,0 9,1 Harry Potter e a Pedra Filosofal, Capítulo 5 (O Beco Diagonal) - "Nos fundos da loja, um garoto de rosto pálido e pontudo estava em pé em cima de um banquinho enquanto uma segunda bruxa encurtava suas compridas vestes pretas.
  10. LEGO Harry Potter: Anos 1-4
  11. Perguntas Frequentes dos Fãs no Site oficial de J. K. Rowling (arquivado através da Máquina Wayback do Internet Archive)
  12. LEGO Harry Potter: Anos 5-7
  13. Harry Potter e a Pedra Filosofal, Capítulo 7 (O chapéu seletor)
  14. Harry Potter e a Pedra Filosofal, Capítulo 6 (O embarque na plataforma nova e meia)
  15. Harry Potter e a Câmara Secreta, Capítulo 9 (A pichação na parede)
  16. Harry Potter: Hogwarts Mystery
  17. Harry Potter e o Cálice de Fogo, Capítulo 11 (A bordo do Expresso de Hogwarts)
  18. Harry Potter e a Pedra Filosofal, Capítulo 5 (O Beco Diagonal)
  19. Harry Potter e a Pedra Filosofal, Capítulo 6 (O embarque na plataforma nova e meia)
  20. Harry Potter e a Pedra Filosofal, Capítulo 9 (O duelo à meia-noite)
  21. Harry Potter e a Pedra Filosofal, Capítulo 15 (A floresta proibida) - "Não vou entrar nessa floresta" disse, e Harry ficou contente de ouvir a nota de pânico em sua voz. "Vai, sim, se quiser continuar em Hogwarts" disse Hagrid com ferocidade. "Você agiu mal e agora tem de pagar pelo que fez. "Mas isso é coisas para empregados e não para estudantes. Achei que íamos fazer uma cópia ou outra coisa do gênero, se meu pai souber que eu estou fazendo isso, ele..."
  22. Harry Potter e a Pedra Filosofal, Capítulo 17 (O homem de duas caras)
  23. Harry Potter e a Câmara Secreta, Capítulo 4 (Na Floreios e Borrões)
  24. Harry Potter e a Câmara Secreta, Capítulo 7 (Sangue ruim e vozes invisíveis) - "Pelo menos ninguém do time da Grifinória teve de pagar para entrar" disse Mione com aspereza. "Entraram por puro talento." O ar presunçoso de Draco pareceu oscilar. "Ninguém pediu sua opinião, sua sujeitinha de sangue ruim" xingou ele.
  25. Harry Potter e a Câmara Secreta, Capítulo 12 (A Poção Polissuco)
  26. Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban, Capítulo 13 (Grifinória versus Corvinal)
  27. Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban, Capítulo 6 (Garras e folhas de chá)
  28. Harry Potter e o Cálice de Fogo, Capítulo 9 (A Marca Negra) - "Onde estão seus pais?" perguntou Harry, a raiva crescendo. "Lá no acampamento usando máscaras, é isso?" Malfoy virou o rosto para Harry, ainda sorrindo. "Ora... se eles estivessem, eu não iria dizer a você, não é mesmo, Potter?
  29. Harry Potter e o Cálice de Fogo, Capítulo 27 (A volta de Almofadinhas)
  30. Harry Potter e a Ordem da Fênix, Capítulo 19 (O leão e a cobra)
  31. 31,0 31,1 Harry Potter e a Ordem da Fênix, Capítulo 33 (Luta e fuga)
  32. Harry Potter e a Ordem da Fênix, Capítulo 38 (Começa a Segunda Guerra)
  33. Harry Potter e a Ordem da Fênix, Capítulo 38 (Começa a Segunda Guerra) - "Malfoy, Crabbe e Goyle pareciam simplesmente três lesmas gigantescas apertadas em uniformes de Hogwarts que Harry, Ernesto e Justino penduraram no porta-bagagem e deixaram ali para esvaziar."
  34. Harry Potter e o Enigma do Príncipe, Capítulo 2 (A rua da fiação)
  35. Harry Potter e o Enigma do Príncipe, Capítulo 27 (A torre atingida pelo raio)
  36. Harry Potter e a Ordem da Fênix, Capítulo 28 (A pior lembrança de Snape)
  37. Harry Potter e o Enigma do Príncipe, Capítulo 6 (A fugida de Draco)
  38. Harry Potter e o Enigma do Príncipe, Capítulo 7 (O Clube do Slugue)
  39. Harry Potter e o Enigma do Príncipe, Capítulo 14 (Felix Felicis)
  40. Harry Potter e o Enigma do Príncipe, Capítulo 21 (A sala impenatrável)
  41. Harry Potter e o Enigma do Príncipe, Capítulo 12 (Pratas e opalas)
  42. Harry Potter e o Enigma do Príncipe, Capítulo 18 (Surpresas de aniversário)
  43. Harry Potter e o Enigma do Príncipe, Capítulo 24 (Sectumsempra)
  44. Harry Potter e o Enigma do Príncipe, Capítulo 27 (A torre atingida pelo raio) - "Venha para o lado certo, Draco, e podemos escondê-lo mais completamento do que pode imaginar. E, mais, posso mandar membros da Ordem à sua mãe hoje à noite, e escondê-la também. Seu pai no momento está seguro em Azkaban... quando chegar a hora posso protegê-lo também... venha para o lado certo, Draco... você não é assassino..."
  45. Harry Potter e o Enigma do Príncipe, Capítulo 27 (A torre atingida pelo raio)
  46. Harry Potter e o Enigma do Príncipe, Capítulo 28 (A fuga do príncipe)
  47. Harry Potter e o Enigma do Príncipe, Capítulo 30 (O túmulo branco) - "À mesa da Sonserina, Crabbe e Goyle cochichavam. Corpulentos como eram, pareciam estranhamente solitários sem a companhia da figura alta e pálida de Malfoy entre os dois, despachando ordens.
  48. Harry Potter e as Relíquias da Morte, Capítulo 32 (A Varinha das Varinhas) - "E essa é a segunda vez que salvamos sua vida hoje à noite, seu filho da mãe de duas caras!" berrou Rony.
  49. Harry Potter e as Relíquias da Morte, Capítulo 36 (A falha do plano) - "Ao longo dos corredores entre as mesas, ele caminhou e viu os três Malfoy juntinhos, como se não soubessem se deviam ou não estar ali, mas ninguém lhes dava a menor atenção."
  50. Escrito por J.K. Rowling: "Draco Malfoy" em Wizarding World
  51. 51,0 51,1 Harry Potter e as Relíquias da Morte, Epílogo (Dezenove Anos Depois)


Comensais da Morte
Marca Negra.gif
Líder:
Lord Voldemort
Comensais da Morte:
Aleto Carrow | Amico Carrow | Antônio Dolohov | Augusto Rookwood | Avery (I) | Avery (II) |
Bartô Crouch Jr. | Belatriz Lestrange | Crabbe | Evan Rosier | Gibbon | Goyle |
Jugson | Lestrange | Múlciber (I) | Múlciber (II) | Nott | Pyrites (possivelmente) | Rabastan Lestrange | Rodolfo Lestrange | Rosier | Selwyn | Thorfinn Rowle | Travers | Walden Macnair | Wilkes | Corban Yaxley
Comensais da Morte que desertaram:
Draco Malfoy | Igor Karkaroff | Lúcio Malfoy | Pedro Pettigrew | Régulo Black | Severo Snape</small.
Aliados dos Comensais da Morte:
Albert Runcorn | Borgin | Dolores Umbridge | Fenrir Greyback | Golgomate | Gregório Goyle | John Dawlish | Mafalda Hopkirk | Narcisa Malfoy (desertou) | Pansy Parkinson | Quirino Quirrell | Scabior | Vicente Crabbe
Outras afiliações:
Gigantes (sob o controle de Golgomate) | Comissão de Registro dos Nascidos-Trouxas | Dementadores | Lobisomens | Sequestradores



Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts
Casas de Hogwarts
Gryffindor ClearBG.png
Hufflepuff ClearBG.png
Ravenclaw (Símbolo Corvinal).png
Slytherin ClearBG.png
Fundadores
Godric Gryffindor · Helga Hufflepuff · Rowena Ravenclaw · Salazar Slytherin
Diretores de Casa
Minerva McGonagall · Pomona Sprout · Fílio Flitwick · Horácio Slughorn
Fantasmas
Nick Quase Sem Cabeça · Frei Gorducho · Dama Cinzenta · Barão Sangrento
Proprietários Conhecidos das Relíquias da Morte
Símbolo das Relíquias da Morte.png
Varinha das Varinhas:

Morte (Fabricante) | Antíoco Peverell | Assassino de Antíoco Peverell | Emerico, o Mal | Egberto, o Notável | Godelot | Hereward | Barnabás Deverill | Loxias | Arco e/ou Lívio | Mykew Gregorovitch | Gerardo Grindelwald | Alvo Dumbledore | Draco Malfoy (Mestre) | Tom Servolo Riddle (apenas proprietário) | Harry Potter | Sepultada

Pedra da Ressurreição:
Morte (fabricante) | Cadmo Peverell | Servolo Gaunt | Morfino Gaunt | Tom Servolo Riddle | Alvo Dumbledore | Harry Potter | Perdida
Capa da Invisibilidade:
Morte (fabricante) | Ignoto Peverell | Filho de Ignoto Peverell | Iolanthe Peverell | Gerações de Potter | Tiago Potter | Alvo Dumbledore | Harry Potter | Tiago Sirius Potter | Alvo Severo Potter
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